SEMINÁRIO PHOENIX de Brian Tracy.
AULA 06: ELIMINANDO EMOÇÕES NEGATIVAS.
Vamos continuar as discussões sobre o tema: responsabilidade
versus irresponsabilidade. Há
muitos anos, acredito que foi em 1972, comecei a estudar a área da metafísica
que tratava da Psicologia da Evolução do Potencial Humano e uma das coisas que me
saltou aos olhos naquelas páginas, algo que jamais esquecerei, foi a discussão
sobre os laços de união entre a irresponsabilidade e as
emoções negativas.
É um fato, as emoções negativas nos bloqueiam e dissipam
todas as emoções positivas de nossas vidas. O seu verdadeiro propósito, a grande
finalidade de sua vida, é alcançar altos níveis de paz interior, de paz mental,
de saúde e energia, de felicidade, de realização pessoal, de bons
relacionamentos, de gratidão, e etc.
A tarefa mais importante que você deveria fazer ao
concluir essa aula é buscar um local silencioso, parar um pouco a sua rotina e
começar a se perguntar coisas como: o que está me impedindo de alcançar aquilo
que desejo? O que tem me bloqueado? O que está se interpondo no meu caminho que me
impede de realizar tudo aquilo que tanto desejo? O que tem me impedido de aproveitar
a minha vida ao máximo?
E a resposta para isso, invariavelmente, sempre
será essa, são as...
“As Emoções Negativas”
Não estou falando das emoções negativas que vivenciamos
quando perdemos um ente querido, ou algo semelhante. Me refiro às emoções
negativas que experimentamos no cotidiano e que roubam nossa paz interior,
nossa saúde e energia, que afetam nossos relacionamentos, que se interpõem em
nossa independência financeira, que roubam o sentimento de realização pessoal e
coisas desse tipo.
Na aula 6 do Seminário Phoenix, nós iremos
aprender o que devemos fazer para eliminar as emoções negativas de nossas vidas,
para que assim possamos trabalhar em todas as áreas com o potencial máximo
possível e, para isso, preciso voltar à discussão sobre o termo “responsabilidade”.
A “responsabilidade” é umas das
palavras mais importantes que encontrei em toda a minha vida! Simplificando, observe
esse gráfico simples, peço que acompanhe com atenção. Ao observar do ponto mais
alto para o mais baixo, vemos a diferença entre a pessoa totalmente
responsável, que é a pessoa que tem total segurança de si mesma, é
totalmente responsável e não dá desculpas. No outro extremo, no lado de baixo
do gráfico, temos a pessoa irresponsável, aquela que se justifica e dá desculpas.
Então, este é o lado positivo e este é o lado negativo da escala.
...
📚 Explore nossa oferta especial de
livros na Amazon - https://amzn.to/3YSb4lM
🔥 Transforme sua vida hoje mesmo ➡️ https://hotm.art/yt-segr6
📢 Quer ajudar esse projeto, acesse e confira nossa política: https://omeulink.com/doacoes.proj.c.diegomelo.23
...
Agora eu, você e todas as pessoas, estamos em
algum lugar nesse gráfico e nos movemos para cima ou para baixo em todas as decisões
que tomamos em nossa rotina. Eu descobri algo, e isso me impactou profundamente
como disse antes, eu descobri que existe uma relação direta, existe a relação
de um-para-um, entre o sentimento de
estar no controle de sua vida e o quão positivo e feliz
você está.
Existe uma relação direta entre a quantidade de responsabilidade
que você aceita e a quantidade de controle que experimenta em sua vida. Existe também
a relação direta entre a quantidade de responsabilidade e controle
que aceita e a quantidade de liberdade que sente que possui. E como você sabe,
a liberdade
é um pré-requisito indispensável para a sua felicidade e para o Sucesso real em
sua vida. A verdadeira felicidade na vida significa “ser livre” para viver a sua
vida à sua maneira, viver da forma que decidiu, sem precisar que lhe digam o
que fazer.
Viver a sua vida como uma ave, livre como um pássaro
que voa livre pelos céus. Existe uma relação direta entre a responsabilidade,
o controle
e a liberdade.
Existe uma relação direta entre essas três emoções positivas.
AS EMOÇÕES POSITIVAS SÃO AS GRANDES EMOÇÕES.
Emoções como a felicidade, o amor, a alegria, a
saúde e a energia, a exuberância, o entusiasmo e etc., no entanto, o que iremos
encontrar na outra extremidade do gráfico dessa aula é a irresponsabilidade,
e você poderia me perguntar: mas até onde à irresponsabilidade pode me
levar? E aqui está a resposta e isso também é algo que me impactou muito quando
descobri pela primeira vez.
Veja a irresponsabilidade pode te levar à
falta de controle. A falta de controle a tal ponto que a irresponsabilidade
poderá te fazer perder o controle total de sua vida e, com isso, o seu “eu
interno”, o seu autoconceito, se desintegra e se fragmenta.
É claro que você sabe que a irresponsabilidade também
nos leva à falta de liberdade, pois se não nos vemos mais como agentes livres,
como pessoas com controle e se não podemos escolher a direção de nossas vidas,
passamos a nos ver como marionetes, ou nos sentimos vítimas,
por assim dizer, de forças externas. A falta de controle e de liberdade nos leva
direto às emoções negativas.
Quando comecei a tentar entender isso, pensei:
sim, mas o que dizer sobre meus pais? E à minha infância? Às minhas condições?
Eu não tinha um emprego muito bom, meus amigos eram negativos, e o que dizer de
minha saúde, e o que dizer sobre o clima e a economia?
Quando comecei a me questionar sobre esses pontos,
comecei a perceber algo ainda mais relevante. Todas essas questões podem ser
deixadas de lado, e a meta mais clara e objetiva que deve tomar, se realmente
deseja alcançar a realização pessoal e seu potencial pleno, é essa: comece a buscar
as emoções positivas como a felicidade, alegria, liberdade, a motivação e procure
trazê-las para a sua vida o mais rápido. Assim, você estará se posicionando na
parte de cima do gráfico e, quase que automaticamente, começará também a deixar
de lado as justificativas e as desculpas que tem dado a si mesmo, e aos que te rodeiam.
Karl Menninger, o grande Psiquiatra Americano, disse algo muito
interessante anos atrás, ele disse: “todos os males físicos são diferentes,
causados por bactérias diferentes, vírus diferentes e etc., mas a doença mental
é a mesma doença, e ela simplesmente vem se espalhando de um extremo para o
outro, do mais alto ao mais baixo”. E o psiquiatra Thomas Szasz, em seu
livro “O Mito da Doença Mental”, disse que: “não existe tal coisa como
a doença mental, tudo são apenas graus diversos de irresponsabilidade”.
Então, quando dizemos que uma pessoa irresponsável
não só é negativa, estamos dizendo que essa pessoa também está mentalmente
doente. Uma pessoa totalmente responsável está mentalmente sã. Mas então, como
isso pode nos afetar? Bem, eu sei que você quer avançar o máximo possível nessa
área, ou não estaria se esforçando para fazer um curso longo como este.
Existe uma relação direta entre a quantidade de
responsabilidade que você é capaz de aceitar para alcançar os resultados que
planejou, e a quantidade de poder, influência, posição e status que terá em seu trabalho agora, e no futuro. No topo do
gráfico da responsabilidade, estão todas as pessoas que aceitaram a responsabilidade
total, e o poder e as oportunidades vão em sua direção.
Na outra ponta, não temos poder, nem a falta dele,
e caminhamos nisso até chegarmos ao exemplo extremo de uma pessoa totalmente
irresponsável, que está completamente fora de controle, que precisa ser contida
por camisa de força e isolada em um quarto acolchoado, para sua segurança e para
a segurança dos outros. Este é um exemplo extremo de alguém que está totalmente
sem força, sem nenhum controle e que, para o bem geral, não deve gozar de liberdade.
Cada vez que tomamos a decisão de ser responsáveis
por nossa vida, nós subimos no gráfico, e quando não tomamos nenhuma decisão e
apenas justificamos as falhas, ou damos desculpas, nós descemos no gráfico.
Agora eu te convido a ir um pouco mais fundo,
quero falar sobre a relação entre as emoções negativas e a irresponsabilidade
para que esse assunto fique bem claro. E, como sempre, eu trago mais um exemplo
simples e eficaz para que possamos discutir, pense comigo: imagine uma árvore,
agora, vamos chama-la de “a árvore das emoções negativas”.
E como em toda árvore, nessa também nascem frutos,
e os frutos da árvore das emoções negativas serão as emoções negativas predominantes
em nosso mundo, as mais conhecidas, aqui podemos colocar o medo, a dúvida – e sobre
a dúvida, permita-me dizer que alguns pesquisadores consideram a dúvida de si
mesmo como a emoção negativa mais destrutiva de todas, a consideram como a
emoção negativa com maior poder de bloqueio emocional, um bloqueio muito acima
do que imaginamos – além desses temos também o ódio, a inveja, o ressentimento
e, claro, temos a irmã do ressentimento, que você já deve saber que é a culpa
– todas são grandes emoções negativas.
Claro que isso não resume todas pois, existem
cerca de 54 emoções negativas, mas essa pequena lista vai servir bem para o
propósito dessa aula, vamos nos concentrar em aprender mais sobre cada uma
delas. Se pegarmos essas emoções negativas e as reunirmos, incluindo a sua
favorita, que por sinal, todo mundo tem a sua própria emoção negativa favorita,
a propósito: qual é a sua emoção negativa favorita? Os ciúmes e a autocompaixão
ocupam o topo nas listas! A autocrítica em excesso também é muito forte, mas,
então: qual é a sua emoção negativa favorita?
Ao misturar todas essas emoções negativas, nós veremos
que, no final das contas, todas as emoções negativas nos levam a um único
sentimento: À RAIVA! Há algo sobre a
raiva mal canalizada que preciso lhe dizer antes de seguirmos adiante. Veja, a
raiva tem tanto poder que ao expressá-la internamente, nós adoecemos, e ao expressá-la
no exterior, adoecemos as pessoas ao redor. Então, podemos dizer que a RAIVA é a base da árvore das emoções
negativas e agora nós vamos começar a olhar à sua estrutura base.
A árvore das emoções negativas tem um sistema de
raízes muito forte, e sabemos que é desse sistema de raízes de onde vêm os
nutrientes que mantêm vivas as emoções negativas e fazem com que o fruto das
emoções negativas continue crescendo.
Se olhamos para o sistema de raízes e perguntamos:
quais
são os nutrientes que mantêm as emoções negativas vivas? Qual
é o fertilizante? O que as mantém crescendo? E descobriremos
que existem duas coisas essenciais que mantêm essas emoções negativas vivas e
operando em nossas vidas.
A primeira delas é a justificação. A
justificação é dizer a si mesmo, ou a pessoa que te escuta, porque você está
certo em ter esse tipo de emoção. E a segunda é o que chamamos de Identificação.
A identificação
significa levar as coisas para o lado pessoal. É por isso dizem que as pessoas
que atuam como seu próprio advogado, tem um tolo como cliente, assim como a
pessoa que atua como seu próprio médico, tem um tolo como paciente.
Nos identificamos de maneira tão pessoal com
situações alheias – você já deve ter
feito isso – ao ponto de toma-las para nós, como se realmente fosse pessoal,
e nos envolvemos emocionalmente acima do que é devido.
Dessa forma, temos percebido que não é possível
que você seja negativo sobre algo por muito tempo, a menos que possa justifica-lo
e que tenha uma razão para isso, e que a explique para os outros, ou a menos
que possa se identificar e levar isso para o lado pessoal.
Por exemplo, se alguém chega do estacionamento e
diz que acabou de bater em outro carro, você não se preocupa, porque não se identifica
com isso. Mas se dizem que acabaram de chegar do estacionamento e viram que bateram
no seu carro, e que a pessoa que bateu fugiu, agora você vai ficar muito nervoso.
No entanto, nunca se esqueça disso: somos livres para escolher nossas respostas!
Voltarei a esse assunto mais adiante.
Então, o que fazer para nos livrarmos das JUSTIFICATIVAS?
Como acabamos com o sistema de raízes da árvore
das emoções negativas? A forma mais eficaz que eu encontrei para nos livrarmos
das emoções negativas é, em primeiro lugar, NÃO JULGANDO! Apenas
evite julgamentos, aliás, fuja dos julgamentos! Em vez de julgar quem é o culpado,
ou quem fez algo, permaneça simplesmente atento aos fatos e observe as
possibilidades. A chave é essa, é permanecer distante e com isso evita e impede
que as emoções negativas continuem crescendo.
Eu descobri, após anos de estudo das emoções
negativas, que elas começam como uma faísca e então se alimentam quando falamos
delas, quando as justificamos, quando nos envolvemos com a situação e crescem,
e crescem, e crescem até consumir nossas mentes por completo.
Agora, em relação à identificação, que é levar as
coisas para o lado pessoal, o que fazemos é o que chamamos na psiquiatria de “desidentificação”.
Somos objetivos, ou novamente, permanecemos neutros. Tentamos manter as emoções
negativas longe de nós. Como isso é possível? Bem, basta começar a agir
dessa forma: sim, existe um problema, mas eu não sou o problema! Sim, existe
uma dificuldade, mas eu não sou a dificuldade! E é dessa forma que mantemos as
emoções negativas longe de nós.
Uma vez que começamos a parar de justificar e
parar de nos identificar, não levamos as coisas para o lado pessoal e não nos
envolvemos emocionalmente. Já aconteceu de alguém vir com um problema e você se
envolver emocionalmente tanto com esse problema que acaba se sentindo irritado?
E essa pessoa já resolveu o problema dela, mas você continua irritado.
Isso acontece porque você levou para o lado
pessoal de forma muito intensa. No entanto, a chave para se livrar das emoções
negativas – e essa é a parte mais importante disso - é cortar o tronco. Cortar
o tronco da árvore das emoções negativas, e o tronco da árvore das emoções
negativas é A CULPA.
A CULPA REPRESENTA 99% DAS EMOÇÕES NEGATIVAS.
É muito importante entender de onde vêm as emoções
negativas e, as emoções negativas vêm do seu interior. As emoções negativas não
são criadas por situações externas, não são causadas por outras pessoas, entenda
isso: as emoções negativas são efeitos de suas respostas às situações do
cotidiano.
Por exemplo, duas pessoas que enfrentam a mesma
situação. Um engarrafamento enorme, um garçom grosseiro, ou coisas desse tipo.
Uma delas fica irritada, com raiva, e a outra não se importa com nada disso.
Outro exemplo, a mesma pessoa em dois dias
diferentes. Em um dia, ele briga, têm um pneu furado, enfrenta um trânsito
enorme e chega atrasado no trabalho, passa o dia com raiva e irritada. No dia
seguinte, se prepara para sair de casa mais cedo, toma um café da manhã
tranquilo com sua família, pois sabe que tem tempo para chegar ao trabalho e o trânsito
não irá incomoda.
Ambos os casos são exemplos e nos mostram que as
emoções negativas não são causadas pelas situações, pois sabemos que você e eu
somos livres para escolher a qualidade de nossa vida emocional.
Você pode escolher ficar com raiva, ou pode
escolher ficar alegre e feliz. Entenda isso: ninguém faz você sentir nada!
Ninguém pode fazer você sentir raiva, ninguém pode fazer você se sentir tenso,
ninguém pode fazer você se sentir irritado. É você, e somente você, quem decide
como vai se sentir, e se não tiver cuidado com isso, cairá em um padrão de
hábitos negativos e poderá vir a culpar outras pessoas por seus fracassos.
A CULPA É O CENTRO DE TODAS AS EMOÇÕES NEGATIVAS.
Quando deixa de culpar os outros pelos fracassos, você
derruba a árvore das emoções negativas, a extermina, e as emoções
negativas morrem simultaneamente. É quase exatamente como se a árvore de
emoções negativas fosse como uma árvore de Natal, e as emoções negativas fossem
as luzes piscando, e você pode desconectá-las puxando a tomada.
Mas o que aconteceria? Bem, o que aconteceria é
que todas as emoções negativas, as luzes, se apagariam simultaneamente. Mas
como faremos isso? Muito simples, iremos usar a “Lei da Substituição”. A Lei
da Substituição, você deve lembrar que estudamos em outra aula, a Lei
da Substituição diz que: a mente consciente só pode se agarrar a um
pensamento de cada vez.
É o pensamento que a mente consciente tem que
determinará como as emoções reagirão e como a mente subconsciente se comportará
em seguida. Como só podemos ter um pensamento de cada vez, a mente faz o
seguinte: em um só golpe, a mente consciente acaba com o pensamento que causa a
emoção negativa, o sentimento de culpa, e o substitui por esta afirmação: “eu
sou responsável, eu sou responsável, eu sou
responsável”.
E se você repetir esse mantra e o juntar na frase:
“eu
me amo, eu sou responsável”, é a afirmação positiva mais poderosa que
poderá usar! No instante em que diz “eu sou responsável”, adquire
controle total sobre suas emoções. No instante em que diz “eu sou responsável”, de
repente está no assento do motorista. Não pode dizer “eu sou responsável” e
sentir uma emoção negativa de forma simultânea, ao dizer “eu sou responsável”, uma
emoção positiva entra e as emoções negativas são expulsas da mente consciente
imediatamente.
PARA FACILITAR, NÓS PODEMOS CONVERSAR SOBRE UMA SITUAÇÃO ESPECÍFICA.
Cada um de nós já viveu, ou está vivendo agora, uma
situação que nos tira do controle. Pode ser uma pessoa chata que toda vez que
pensamos nela, temos raiva, e toda vez que pensamos na situação, ela continua
nos perturbando, ou nos distraindo e roubando a paz interior. Então, como resolver
isso? Como sempre, é bem simples, faça exatamente o que lhe pedir, ouça: quando
começar a pensar nessa situação, neutralize-a dizendo “um momento, eu sou o responsável”.
Diga: “espere um pouco, eu sou o responsável por isso”.
É um relacionamento? Quem te levou a esse
relacionamento? Quem te levou à essa situação? Alguém colocou uma faca em seu
peito, ou você fez tudo sozinho? É um trabalho, é um investimento, é um
problema de saúde? Não importa! Em todos os casos, você deve aceitar a
responsabilidade!
Agora, há algo importante que precisamos esclarecer
pois, ao estudar esse assunto, você pode se questionar sobre isso: aceitar
a responsabilidade não é o mesmo que aceitar a culpa? E aqui chegamos
ao ponto mais importante dessa mensagem. Existe uma diferença entre aceitar a responsabilidade
e se
culpar. Deixe-me escrever isso: responsabilidade versus culpa.
Entenda dessa forma: a culpa sempre remonta ao
passado. A culpa sempre está olhando para o seu passado, para as coisas que
não podem ser refeitas, para as coisas que não podemos mudar. Mas, e quanto a
responsabilidade? Aqui está a chave para entender o conceito de “responsabilidade”.
Guarde bem essas palavras: a responsabilidade sempre olha para o futuro!
Aceitar a responsabilidade nesse contexto é o mesmo que tomar em suas
mãos o comando da qualidade dos seus pensamentos a partir desse momento e seguir
adiante.
Digamos que caminhe até o estacionamento e perceba
que alguém bateu no seu carro. Até aqui, nós temos duas opções, a primeira
delas é: você pode ficar com raiva, pode se irritar, pode correr e gritar, ou,
pode seguir a segunda opção que é agir de forma responsável.
Agir de forma responsável e fazer todo o possível
para encontrar o culpado. Agir de forma responsável e, caso não o encontre, continue
agindo de forma responsável e madura que é tomar em suas mãos a melhor forma de
resolver essa situação sem deixar que a má atitude de quem bateu seja seu
referencial.
A RESPONSABILIDADE SEMPRE OLHA PARA O FUTURO.
A responsabilidade nos leva a fazer a seguinte pergunta
quando enfrentamos um problema: o que podemos fazer e não quem fez isso. O que
podemos fazer agora; para onde vamos daqui; o que podemos fazer – estas são as perguntas
da pessoa responsável. A pessoa responsável não chora sobre “o leite derramado”,
ela apenas diz: “bem, muito bem, então qual é a solução? ”, e segue em frente com
o jogo.
A pessoa irresponsável sempre pergunta: quem
fez isso? A pessoa irresponsável é alguém que vive obcecada em querer
encontrar “os culpados”, e distribui a culpa entre todos para que cada um assuma
a sua parcela de culpa. E isso, como você sabe, não ajuda em nada a resolver a
dificuldade. A chave para derrubar a árvore de emoções negativas é usar
um machado e eliminar a culpa.
NO DIA QUE COMEÇAR A ELIMINAR A CULPA DE SUA VIDA, SERÁ O DIA EM QUE
COMEÇARÁ A VIVER DE FORMA PLENA!
Porque nesse dia, quando começar a eliminar a
culpa e as emoções negativas, a maioria dos problemas, a maioria das coisas que
se interpõem entre você e a felicidade que deseja, desaparecerão.
E você agora deve estar se perguntando: por que
o Brian põe tanta ênfase nas emoções negativas? Deixe-me deixar isso ainda
mais claro. O que descobri, e isso é algo que me impactou muito porque, não sei
se sabe, mas eu sempre estive comprometido em realizar meu potencial máximo como
ser humano, e o que descobri é que não podemos avançar na vida se não nos livrarmos
das emoções negativas. Não poderá progredir, não poderá ir mais longe
do que está neste momento, exceto na medida em que deixe para trás suas emoções
negativas, aceite isso agora mesmo.
Agora, com relação às emoções negativas que
associou a outra pessoa ou situação, é difícil aceitar a responsabilidade, é
difícil dizer “eu sou o responsável” no início, sabem por quê? Simplesmente
porque você tem culpado essa pessoa por muito tempo, e às vezes terá que
apertar os dentes e dizer “eu sou o responsável, eu
sou o responsável, eu sou o responsável” várias vezes,
e quanto mais repetir “eu sou o responsável, eu
sou o responsável”, mais fácil isso se tornará. Eventualmente, chegará
ao ponto em que, ao pensar nessa pessoa ou situação, poderá neutralizar os
pensamentos com a Lei da Substituição, dizendo “eu sou o responsável, eu
sou o responsável, sou o responsável”.
Existe uma afirmação muito eficaz que você pode
usar quando estiver lidando com pessoas difíceis, é algo que está ligado à
autoestima e também está relacionado à eliminação de emoções negativas, é algo
assim: não importa o que você diga ou faça, eu sou uma pessoa valiosa e
importante, ou, não importa o que aconteça, eu ainda sou
uma pessoa valiosa e importante, ou ainda, não importa como essa situação vai
terminar, eu continuo sendo uma pessoa valiosa e importante.
Este é o caminho natural de nossas vidas, esse é o
curso natural. Quando éramos crianças, começamos sem emoções negativas. É claro
que como tutores ou pais nós devemos sim ensinar as emoções negativas as
crianças. Elas devem ser ensinadas e as crianças aprendem com seus pais. Já
viram um bebê negativo? Não existe tal coisa como um bebê negativo. Eles apenas
sorriem e são felizes. Choram quando têm necessidades, mas os bebês não são
negativos.
Ao crescer, observamos as pessoas ao nosso redor e
começamos a desenvolver nossas emoções negativas, que carregamos conosco em uma
espécie de mochila. Ao nos tornarmos adolescentes, essa mochila cresce até o
ponto em que podemos ir a festas e encontrar nossos amigos, podemos falar sobre
o quão terrível foi nossa infância, quão impiedosos foram os nossos pais,
nossos parentes, nossos professores e tudo mais.
Quando nos tornamos adultos, qual é a marca da
maturidade em nossa sociedade? A marca do adulto é ter uma mochila enorme cheia
de emoções negativas, porque “nossa, como nós sofremos para chegar até aqui”,
mas qual é o resultado disso?
E vemos que o resultado disso é que investimos a maior
parte do tempo que estamos com nossos amigos, ou pessoas conhecidas, baixando nossa
guarda e contando a elas o quanto sofremos. Ou seja, o que fazemos é usar os intercâmbios,
é usar nossas relações para trocar emoções negativas com outras pessoas,
dizemos coisas do tipo: “eu te ensino as minhas emoções negativas, e
você me ensina as suas”.
Lembram do que fazíamos quando éramos crianças e
do que fazemos agora? Nos reunimos como um par de comerciantes em um bazar
árabe e mostramos suas emoções negativas. Dizemos: “Ah, vejam essa infância terrível,
vejam esse relacionamento terrível. Vejam como meu chefe é rabugento. Como isso
foi horrível, etc.”, e assim que continuam as trocas, mas o que acontece quando
fala e pensa em suas emoções negativas?
Lembra da Lei de CONCENTRAÇÃO?
O que se concentra, crescerá! Aquilo que alimentar,
crescerá. O que você alimenta crescerá, pois ganhará força e permanecerá vivo e
pulsando em sua mente subconsciente ao ponto de se tornar um pensamento
DOMINANTE.
Por certo, as emoções negativas, e isso é outra
coisa que aprendi nos estudos, as emoções negativas são muito frágeis e efêmeras.
Se não as mantiver vivas por meio de conversas constantes e cultivá-las
adequadamente, sabem o que acontece? Elas morrem! Sim, as emoções negativas
morrem. É como um incêndio, não acontece onde não há nada. Se uma faísca cai
onde não há nada para queimar, ela se apaga. As emoções negativas, se não falamos
nelas constantemente, se não as cultivamos, simplesmente morrem!
Alguma vez já passou pela experiência de estar
muito preocupado com algo, incomodado com alguma coisa, que isso chegou a consumir
todo o seu tempo? E depois você chega no trabalho e fica tão ocupado fazendo
algo mais por três ou quatro horas, que não tem tempo para pensar em outra
coisa e, depois disso, você para e diz: “caramba, não me preocupei com isso por
muito tempo! Preciso me preocupar com isso”, mas o que aconteceu?
Nada! É como uma faísca que vai se apagando, mas
mesmo assim você insiste: preciso voltar a me preocupar isso, preciso voltar a pensar
nisso, preciso falar sobre isso com meus amigos, preciso me preocupar com isso –
e começa a falar sobre e a pensar sobre até levá-lo a ocupar toda a sua mente.
ME FALA QUANTAS VEZES ISSO JÁ ACONTECEU COM VOCÊ?
Isso não é mesmo algo terrível? Mas então, o que um
adulto maduro faz ao passar por algo assim? O que um adulto maduro e
responsável faz é o seguinte: ele deixa as suas emoções negativas de lado, e segue
a sua vida focando apenas no que realmente IMPORTA. Deixa a mochila cheia de
emoções negativas no passado e segue com sua vida. Em vez de arrastá-las, ele as
deixa como fazemos com o lixo em nossas casas, apenas nos livramos dele e
seguimos.
Se alguém pergunta: como vão as coisas?
Ele responde: maravilhosas!
Se lhe perguntam: como vai a vida?
Ele responde: está
magnífica!
- Como vão os relacionamentos? Não poderiam estar melhores!
- Como está sua saúde? “Ótima! Eu me cuido”.
Em outras palavras, não falam de coisas negativas.
A verdade é que quando falamos de coisas negativas elas aumentam, elas começam
a se misturar cada vez mais em nossas vidas. Olhe para as pessoas que têm
problemas, as pessoas que têm problemas, as que falam dos problemas tempo todo,
nunca resolvem seus problemas pois, para elas, não interessa resolver os
problemas, e sim interessa falar sobre eles o tempo todo.
Lembre-se sempre que: “aqueles quem tem, mais será dado,
e aos que não tem, até o que tiverem será retirado”. Este é outro ponto
crítico em relação aos relacionamentos. Isso também aprendi em meus estudos. Cada
um de nós passou por uma certa quantidade de sofrimento, e as pessoas se
apaixonam por seu sofrimento.
As pessoas amam seu sofrimento.
Realmente, as pessoas acreditam que pagaram por
isso, já pensaram tanto nisso, viveram tanto tempo com isso em suas mentes que
a maioria delas não quer abandonar seu sofrimento! E quase sempre é complicado convencê-las
a deixá-los de lado.
Você pode perguntar: “por que não esquece isso?
Por que simplesmente afasta isso de sua mente? Vai lá, siga sua vida e deixe
isso de lado”, e sabem o que dirão? A resposta quase sempre será: “mas como
assim, você sabe que não posso fazer isso! Sabe o quanto eu sofri por isso? Sabe
quanto investimento emocional eu coloquei nesse relacionamento, nesse trabalho,
na minha carreira...” e etc.
Lembro-me de milhares de pessoas que vieram até
mim com problemas em seus relacionamentos. Dizem: “estive nesse relacionamento,
ou nesse casamento, por vários anos, e já me sinto um inútil e infeliz, nada
que faço agrada mais...”, e eu lhes pergunto: “tudo bem, mas, por que você não
faz algo a respeito?”, e eis que a resposta é sempre: “mas
como assim? Depois de todos esses anos...”
E o que digo a eles é que a vida média do
americano está entre 75 e 80 anos, e aumentará até o final do século XX, a
esperança de vida talvez alcance os 80, 85, ou 90 anos. Isso significa que não
importa a sua idade agora, você pode ter 30, 35, ou 40 anos, apenas, subtraia
isso de 80, e terá o número de anos que lhe restam nesta situação atual.
Pergunte a si mesmo: eu quero viver essa situação
pelos próximos 20, 30, ou 40 anos? E, claro, a resposta honesta é não!
Não porque, talvez, não melhore. As pessoas amam seu sofrimento, detestam
abandoná-lo, e o que fizemos é dar um conselho muito simples. Este conselho
acabei de consultar com um psicólogo e ele me disse que é o conselho mais
simples que já ouviu para dar às pessoas quando precisarem.
Se alguém vier falar com você sobre problemas, e
você diz sim, e se mostra simpático e empático, é muito bom ouvir as pessoas e
deixá-las falar. Só que há algumas pessoas que não fazem nada além de falar
sobre seus problemas. Cada vez que as vemos, só falam sobre isso. Assim, sempre
repetem o que já disseram antes.
O que fará é dizer: “sim, eu escuto o que me diz e estou
solidário, no entanto, saiba que você é responsável por sua vida, você é o único
responsável, então o que vai fazer a respeito dessa situação?”
E o que acontecerá é que seus bons amigos irão
usar esse tempo precioso com você e dirão: “sim, sim, você está certo, eu sou
o responsável e tomarei uma atitude para fazer a mudança”, e eles sairão
e, talvez, eles façam algo a respeito.
É tão interessante observar como os bons amigos
gostam de estar conosco, eles se sentem à vontade para expor seus problemas, e
tudo que devemos dizer a eles é: “sabe, eu escuto o que você diz, mas o que acredita
que precisa ser feito a esse respeito?”, e eles podem usar esse tempo
de conversa para colocar seus pensamentos em ordem, pensar em suas conclusões,
e não precisarão mais dos seus conselhos.
NA VERDADE, A MAIORIA DAS PESSOAS NÃO PRECISA DE CONSELHOS!
Há um ditado que diz: “não se preocupe com a predisposição
universal de dar conselhos, porque a predisposição por ignorá-los é igualmente
universal”. As pessoas não precisam de conselhos, de vez em quando elas
buscam apenas uma “sugestão”. No entanto, há aqueles que não têm a mínima intenção
de fazer algo a respeito de seus problemas o único que querem fazer é usar seus
problemas como uma desculpa para conseguir que você fale com eles, entende?
Isso é uma tendência neurótica muito comum em
nossa sociedade: usar os problemas como a base de uma discussão. Aqui está meu
problema, vamos falar sobre ele, e a pessoa por si mesma não tem o mínimo
interesse em você. Tudo que lhe interessa é que você as escute.
À propósito, fazemos essa piada, vamos desenhar
como essas pessoas veem você. Essas pessoas veem você assim: este é você, este
é o seu rosto, estes são seus olhos, e estas são suas orelhas. E, de
preferência, esses são seus olhos bem abertos, simpáticos, esta é sua boca, de
preferência, bem fechada, e aqui estão suas orelhas bem, bem grandes para que
possa escutá-las.
Saiba de agora em diante que essas pessoas sequer
te consideram como um indivíduo, entenda, a elas não importam os seus problemas!
O que realmente interessa a essas pessoas é que você se sente e as escute e
concorde com a cabeça. Elas não precisam dos seus conselhos, elas não têm a menor
intenção de seguir seus conselhos – em
resumo, isso é uma tendência neurótica muito comum em nossa sociedade.
Vou lhe dar uma fórmula muito simples que você
poderá usar para testar as suas amizades. Veja, quando encontrar uma pessoa
assim, comece a falar de você, diga: “sabe de uma coisa, eu estou feliz que tenha me
contado sobre seus problemas, porque eu também tenho alguns problemas e
gostaria muito de discuti-los com você”.
Sabe o que vai receber dessa pessoa? Eu sei porque
é um comportamento universal! O que você vai perceber é que as pessoas com essa
tendência procurarão a porta de saída, vão conferir o relógio, ou inventarão alguma
desculpa para sair o mais rápido possível. Se não acredita, apenas faça o
teste!
Muito bem, um ponto final que é crítico, é
totalmente importante para o tema em debate, o ponto de término, por assim
dizer. Quando começamos a falar sobre abandonar as emoções negativas, quase
todo mundo vai dizer: “sim, estou de acordo. O que você diz é
verdade, faz muito sentido, Brian. Vou esquecer minhas emoções negativas, vou
aceitar a responsabilidade, vou assumir o controle da minha vida, não vou
culpar absolutamente ninguém, exceto uma pessoa”.
Todo mundo tem alguém que não consegue esquecer, todo
mundo tem uma emoção negativa pela qual tem pago e que tem mantido por anos.
Deixe-me dizer por que é tão importante acabar com isso. Imagine que acaba de
comprar um lindo carro novo, podemos imaginar que você conseguiu comprar um
Lindo Mercedes Benz Classe C, que custou cerca de R$350.000 reais.
É realmente um carro impecável, absolutamente
perfeito e com toda a tecnologia e conforto que você precisa. Você vai ao
showroom e o recebe e, aparentemente, não existem falhas, mas, existe uma! Esta
é a frente do carro, e há sim um pequeno problema. Por alguma razão mecânica, a
roda direita dianteira está travada!
Então, você entra no belo Mercedes, confere toda
aquele interior magnífico, e você também muito bonito, arrumado, com a
mentalidade certa, com um corpo saudável, com seu potencial elevado, com uma
capacidade incrível! Até aqui está tudo certo, mas ao entrar no belo Mercedes
Classe C, ao ligar o motor e pisar no acelerador para sair, sabe o que vai acontecer?
O que vai acontecer é que a roda direita dianteira
está travada! Além de gastar muita gasolina, o carro apenas irá girar em círculos!
Esse belíssimo carro ficará rodando em círculos até que você pare de pisar no
acelerador e se dê por vencido. Enquanto a roda estiver travada, seu belo carro
não irá a lugar nenhum!
Este é um exemplo muito simples, pois, o que descobri
foi que a existência de uma única emoção negativa que não conseguimos abandonar,
não importa o motivo ou a razão que tenha usado para justificar, porque quase
sempre é uma questão apenas de ego, mas o que quero que entenda é que uma única
emoção negativa tem o poder de lhe deixar travado e preso no mesmo lugar. Por
mais que estude, por mais que se dedique, essa única emoção fará com que você
gaste toda a sua energia dando voltas no mesmo lugar, e siga em círculos pelo
resto de sua vida.
Todos nós conhecemos pessoas talentosas que tiveram
excelentes oportunidades, tiveram uma boa educação e etc., mas passam a vida toda
girando em círculos. Pessoas com muito potencial, e mesmo assim, não saem do
lugar e passam a vida girando e girando em círculos. Pessoas que têm tudo a seu
favor, e dia após dia, não superam os seus problemas, você sabe por que isso
acontece?
A resposta é quase invariavelmente a mesma. Todas as
psicanálises e as psicoterapias dizem que é porque essas pessoas têm uma emoção
negativa presa, e a emoção negativa que elas têm mantido presa é A
CULPA. Geralmente é outra pessoa que ainda estão culpando por algo, é
alguém que não vão deixar em paz porque esse desgraçado fez algo tão ruim
comigo. Bem, você sabe do que estou falando, afinal de contas, estamos todos no
mesmo barco.
Todos somos seres humanos, e isso é algo importante
para nós, porque temos uma tendência a nos enamorar de nosso sofrimento. Temos
a tendência a nos lamentar e acreditar que essas emoções negativas são parte de
nossa humanidade.
Temos a tendência natural de acreditar que não
somos os responsáveis por nossas vidas e que outras pessoas é que são. Que outra
pessoa nos machucou, que outra pessoa nos deu prejuízo financeiro, que outra
pessoa feriu nossos sentimentos, que outra pessoa destruiu nosso relacionamento
e etc.
Porém, a chave para o desempenho máximo, a chave para
a felicidade e para o sucesso real é usar a Lei da SUBSTITUIÇÃO para
derrubar as emoções negativas assim que elas aparecerem em nossas mentes. A
chave é substituí-las o mais rápido possível, antes que tomem nossa mente e nos
afetem com sentimentos negativos de estresse, tensão, medo, raiva, ódio e coisas
desse tipo.
E a melhor forma que encontrei de fazer isso é dizendo:
“eu
sou responsável”, e seguir repetindo: “eu sou responsável, eu sou
responsável, eu me amo e sou responsável, eu me amo e sou responsável, e nada
fora de mim vai perturbar a paz da minha mente. Somente eu estou no controle de
minha vida emocional. Eu sou responsável” – e você é responsável!
“NO DIA EM QUE VOCÊ ASSUMIR TOTAL RESPONSABILIDADE POR SI MESMO, NO DIA
EM QUE PARAR DE INVENTAR DESCULPAS, ESSE SERÁ O DIA EM QUE VOCÊ CHEGARÁ AO TOPO”
O. J. Simpson.
Comentários
Postar um comentário