Assumindo
o Controle de Sua VIDA! Brian Tracy, aula 5 do Seminário Phoenix.
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Olá, eu sou o Diego Melo.
✨ Embarque conosco na Aula 5 do Seminário Phoenix, de Brian
Tracy, onde exploraremos o poderoso tema “Assumindo o Controle de Sua Vida”.
Este é um PONTO DE VIRADA, uma jornada para a Autorresponsabilidade e o domínio
de seu Destino.
🌟 Ao longo desta aula reveladora, Brian Tracy nos guia por
conceitos cruciais para o crescimento pessoal. Desde entender a verdadeira
significância da autorresponsabilidade, até a exploração das dinâmicas entre
maturidade e imaturidade, essa aula oferece uma visão profunda para quem busca
uma vida mais significativa.
🔐 A jornada não se finda nessa aula e,
para isso, eu te convido a assistir ao Seminário Phoenix completo para Desbloquear
o Potencial Máximo da sua vida. 💡
Não apenas assista - participe ativamente desta busca pelo crescimento e
autodomínio.
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SEMINÁRIO PHOENIX de Brian Tracy.
AULA 5:
ASSUMINDO O CONTROLE DE SUA VIDA.
Como vimos desde a primeira aula, este é
verdadeiramente um curso maravilhoso e emocionante que lhe fornecerá as
ferramentas que te ajudarão a desenvolver uma nova “Psicologia” para o Sucesso Pessoal.
Na primeira série de aulas, afirmamos que o ponto
de partida para um desempenho excepcional é trabalharmos em cima do autoconceito, ou seja, tudo que fiz até
aqui foi ajudar você a entender que quanto mais gostar de si mesmo, quanto mais
amar e se aceitar como um ser humano único, valioso e útil, melhor também será o
seu desempenho e melhor ainda serão os seus resultados em todas as áreas que
empreender.
A segunda parte que devemos focar para alcançar um
desempenho excepcional em nossas vidas é algo que considero ser o segundo pré-requisito
chave para o sucesso, estou falando de “responsabilidade”.
Temos então agora dois conceitos chave nos quais você
deve concentrar seus esforços para aprender a colocá-los em prática em sua
vida, são eles: a sua autoestima e a
autorresponsabilidade. Dada a
importância de ambos, saiba que, quando devidamente trabalhados, quando
devidamente desenvolvidos, esses dois conceitos se fortalecerão mutuamente
agindo de dentro para fora como um dínamo de energia infinita.
MAS ENTÃO, O QUE SIGNIFICA AUTORRESPONSABILIDADE?
Em primeiro lugar, o conceito de “autorresponsabilidade”
significa assumir o controle de sua vida, significa dizer que você – e somente você – é quem tem a
responsabilidade de ser o arquiteto do próprio destino, quem tem a
responsabilidade de ser o “maestro” da própria vida e, de forma mais objetiva,
que você é totalmente responsável por si mesmo.
Tudo aquilo que você é no agora e tudo aquilo em
que se transformará no futuro, é sua responsabilidade, e esse é um fato
inexorável. Você pode acreditar no poder de um Ser Superior – como eu – pode dizer que sua vida está
nas mãos desse Ser Supremo e que Ele é o único responsável, mas, preciso lhe
dizer algo que aprendi há alguns anos atrás em meio a solidão e despreparo para
lidar com minhas dificuldades, eu aprendi que:
“DEUS SEMPRE AJUDARÁ OS QUE TRABALHAM DIARIAMENTE
PARA REALIZAR OS SEUS SONHOS”
Em nossa curta passagem aqui na Terra, você comanda
todas as escolhas e ações que toma em sua vida. Você é o PRIMEIRO responsável
por tudo que lhe acontece e, se não gosta do rumo que as coisas têm tomando, bem,
use o que estou lhe ensinando no Seminário Phoenix e comece a
trabalhar de forma silenciosa, consistente e paciente, até conseguir mudar as
coisas que não lhe agradam.
No entanto, não há como escapar desse fato, a responsabilidade
dessa mudança é unicamente sua e de mais ninguém! Quando falamos sobre o tema “responsabilidade”,
ou da “autorresponsabilidade”, devemos sempre nos lembrar que esse
tema causa grande controvérsia em todos que o discutem e, à medida que avançarmos
nesta sessão, você verá que a “responsabilidade” é um conceito que precisa
ser entendido com a mais absoluta clareza se deseja realmente atingir o máximo
do seu potencial como ser humano.
Para dar início, eu preciso voltar um pouco no
tempo e começar lembrando algo importante. Veja, todos nós chegamos a esse
mundo como “bebês”, vou usar a letra “i”
para representar esse período. Chegamos a esse mundo como “bebês” e, à medida
que vamos crescendo, vamos passando por várias fases, como a infância, adolescência,
juventude e, por volta dos 18 anos, chegamos na fase adulta.
Em se tratando de “responsabilidade”,
podemos dizer que nascemos com um nível de responsabilidade “zero”,
e à medida que vamos crescendo e avançando às etapas, vamos adquirindo gradualmente
cada vez mais e mais “responsabilidades”, até chegarmos à fase
adulta, aos 18 anos.
Se nossos pais nos prepararam adequadamente, se
nos incentivaram a confiar em nós mesmos, se nos incentivaram a tomar nossas
próprias decisões, a pensar por conta própria e a planejar nossas vidas, aos 18
anos, de forma legal, psicológica, moral, mental e fisicamente falando, estaremos
prontos para assumir a responsabilidade completa de nossa vida!
No entanto, se nossos pais não nos prepararam adequadamente
para esse momento, se não nos prepararam adequadamente para assumir a responsabilidade
total, não importa a sua idade, a partir dos 18 anos, é seu dever estar 100% preparado
para assumir a responsabilidade de sua vida e isso é algo que nunca poderá
delegar à outra pessoa e isso é algo que você jamais poderá evitar.
TUDO AQUILO QUE ACONTECER COM VOCÊ, É SUA RESPONSABILIDADE,
E PARA ISSO, NÃO EXISTEM DESCULPAS!
O lema da pessoa verdadeiramente responsável é: “se
deve ser feito, me esforçarei para fazê-lo da melhor forma”. Como Henry
Ford costumava dizer: “nunca te queixes, e nunca terá que se explicar”,
ou seja, se não gosta de como as coisas estão, você é o único que poderá mudá-las.
Se não está disposto a tomar as decisões para mudar
as coisas, então, não reclame dos seus resultados! Apenas, acomode-se e aceite-as.
As pessoas que entenderam esse conceito, as pessoas verdadeiramente
responsáveis, não se queixam de suas dificuldades, elas simplesmente aceitam
como são e fazem algo a respeito, ou simplesmente silenciam e não saem por aí reclamando.
É assim que deve ser, esta é a minha vida, é minha responsabilidade, a sua vida é sua responsabilidade!
Como disse, esse é um assunto controverso e nós
precisamos aprofundar a discussão para conseguirmos entender o que o termo “responsabilidade”
tem a nos dizer. Essa não é uma tarefa simples, mas, vamos começar. Veja, na
infância nós somos totalmente dependentes dos outros e, nesse período,
desenvolvemos os padrões de imitação, ou as respostas condicionadas aos
estímulos.
Buscamos uma razão para explicar as coisas que acontecem
fora de nós e, à medida que nos tornamos adultos, se não tivermos cuidado,
continuaremos mantendo essa dependência e preservando o que é chamado de “a
pseudo segurança da infância”, você sabe o que isso significa? Significa
dizer que se não tiver o cuidado suficiente, irá manter na idade adulta a “falsa
ideia” que alguém sempre deverá cuidar de você, pois, quando era uma criança,
sempre havia alguém cuidando de sua alimentação, de suas roupas, da sua casa, levando
você à escola e tudo o mais.
Nessa fase, na infância, não precisávamos nos
preocupar com nada, porque “alguém” sempre cuidava de tudo e conforme vamos crescendo,
vamos à escola e, na escola, mais uma vez, existem pessoas que estão cuidando de
todas as coisas por nós.
Mais adiante, se não tivermos o cuidado suficiente,
chegaremos ao mundo profissional e teremos a falsa ideia que lá também haverá
“alguém” responsável por cuidar de nós. Veja, se não tiver o devido cuidado, a
tendência é que sempre será “alguém externo” o responsável por você. Falaremos
sobre a ideia do “autodesenvolvimento” mais adiante nessa aula.
A maioria das pessoas criadas no sistema escolar, seja
ele público ou privado, ao se tornarem adultas, acreditam que é responsabilidade
da escola continuar com a sua formação e se ninguém da escola a procura para
desenvolver isso, essas pessoas simplesmente não farão nada a esse respeito.
Há outro ponto que gostaria de destacar aqui, falo
sobre a diferença entre a “MATURIDADE”
e a “IMATURIDADE”.
Este é um exemplo muito simples. Imagine que esta
linha representa o percurso de suas vidas, desde a infância até a adolescência.
Todo mundo chega a esta etapa cedo ou tarde, e quando chegamos nesta parte, quando
chegamos na beira do grande abismo, o lado da imaturidade, o lado da
infância, o lado em que dependemos dos outros e buscamos neles as respostas e as
soluções, que é quando ainda estamos buscamos fora de nós mesmos.
Neste ponto, chegamos à beira do abismo e estamos
olhando para a terra da maturidade, a terra da adolescência e vida adulta, e
cada um de nós deve tomar a decisão de dar um grande salto até a terra da
maturidade – devemos tomar a decisão de sair da terra da infância e caminhar na
direção da vida adulta. Às vezes, isso é forçado e outras vezes acontece de
forma evolutiva.
Mas o fato é, cedo ou tarde, devemos tomar a
decisão de aceitar o fato: somos os únicos responsáveis pelo comando de nossas
vidas, somos os arquitetos do nosso destino aqui na terra e depois, devemos seguir
em frente e saltar.
O que algumas pessoas fazem, infelizmente, é que
ficam presas nesse ponto, se fundem em um casamento onde outra pessoa cuida
delas, aceitam empregos e esperam que seus chefes cuidem delas e etc., ou
simplesmente evitam a responsabilidade, culpando outras pessoas e eventos
externos por tudo o que acontece em suas vidas, sua estrutura, sua saúde, a
forma como seus pais os trataram e etc., essas são as pessoas que não se
responsabilizam.
Por outro lado, algumas pessoas às vezes decidem
assumir alguma responsabilidade, mas não muito, o que é como tentar pular do
abismo dando um salto duplo! Mas, a verdade é que, onde a grande maioria das
pessoas infelizmente acaba é no “vale das desculpas”.
A maioria das pessoas passa a vida no vale das
desculpas, justificando os seus fracassos em vez de progredir. Alguns
pesquisadores dizem que existe a “doença das desculpas”, você sabe o
que significa isso? Significa que algumas pessoas têm o hábito de sempre dar desculpar
e justificar as suas falhas e fracassos, e isso é algo fatal para o sucesso.
Escreva isso: o hábito de viver se desculpando e
justificando suas falhas é algo fatal para o seu sucesso! A pergunta que devemos
fazer quando tratamos do termo “responsabilidade” é:
QUAIS SÃO AS DESCULPAS QUE ESTOU
USANDO PARA NÃO ALCANÇAR OS MEUS OBJETIVOS?
Há uma história muito famosa sobre Tolstói e seus
irmãos. Eles costumavam jogar um joguinho infantil, mas muito interessante. A
brincadeira dizia que no jardim daquela casa, havia uma caixa e dentro dessa
caixa estava escondida a resposta para todos os enigmas do Universo! Qualquer
um deles poderia encontrar aquela caixa perto de algum arbusto, ou debaixo de
uma árvore, mas, existia uma única regra para isso!
Eles não poderiam pensar num grande coelho branco!
Não podiam pensar no grande coelho branco nem sequer por um instante! E, se
conseguissem superar esse obstáculo, poderiam encontrar a resposta para todos
os mistérios do Universo. É claro que nenhum deles jamais encontrou a caixa, e
ninguém nunca encontrou a resposta para o mistério da vida, sabe por quê?
Porque nenhum deles conseguiam parar de pensar no “grande coelho branco” o
tempo todo enquanto procuravam a caixa perdida! E a pergunta que quero fazer nesse
momento é a seguinte:
QUAL É O SEU GRANDE COELHO BRANCO?
Em que você está pensando o tempo todo? Qual é a
desculpa que surge em sua mente quando pensa em algo que poderia fazer, como conseguir
um emprego melhor, conquistar um novo desafio, transformar algo em sua vida que
lhe dará a oportunidade de mudar as coisas e te deixaria muito mais feliz? Qual
é o seu grande coelho branco? Qual é a desculpa que surge em sua mente sempre que pensa em dar esse grande
salto?
Você dirá: “bem, não posso fazer isso porque...,
ou: ah sim, eu gostaria, mas”. Sempre existe uma razão para dar desculpas, não
é mesmo? Você pode me dizer: “sou jovem demais para isso”, “sou velho demais
para isso”, “sou alto demais, sou baixo demais”, “não tenho educação
suficiente, tenho muita educação”, “não é o momento certo”, “não é o lugar
certo”, “não é o ano certo, ano que vem eu farei” e etc. E, mais uma vez: qual
é o seu grande coelho branco?
Qual é o grande pensamento que está no fundo de
sua mente e que te faz criar e dar tantas desculpas? Quais são os pensamentos
que estão te impedindo de assumir as suas “responsabilidades”? O que ainda te mantém
na terra da infância, da imaturidade e da irresponsabilidade?
Estas são perguntas muito, muito, muito importantes
que você deve fazer a si mesmo todos os dias! Não de forma relapsa, não de
forma infantil, mas sim como um adulto, como uma pessoa que sabe e entende que sua
vida inteira depende das respostas que dá a esse tipo de pergunta então, o
que está esperando para dar esse salto?
Quando falamos sobre responsabilidades, precisamos
falar de algo mais, e como sempre, isso é algo simples, veja dessa forma: a
aceitação da responsabilidade não é algo opcional. Muitos de nós
gostariam de pensar: “bem, vou assumir um pouco de responsabilidade
nisso, e um pouco naquilo” – mas, não se enganem, a aceitação da
responsabilidade não é algo opcional!
Ao completarmos 18 anos de idade, nos tornamos 100%
responsáveis e isso não é algo opcional. É verdade que existem algumas coisas em
nossas vidas nas quais temos opções, mas nesse ponto em particular, não temos nenhuma.
A responsabilidade de nossas vidas é a nossa obrigação.
A responsabilidade por nossas vidas é algo
intransferível! Se desejamos alcançar todo o potencial, se desejamos nos tornar
tudo aquilo que podemos ser, devemos aceitar a responsabilidade total por
nossas ações e fazer as escolhas difíceis e necessárias.
Se pegarmos a palavra responsabilidade, sabemos
que podemos dividi-la em duas palavras: “resposta” e “habilidade”. Uma das
coisas que aprendi ao estudar a história é que a vida é uma série de desafios,
dificuldades, problemas e obstáculos que devemos enfrentar e a diferença entre os
vencedores e fracassados não está nos problemas, afinal de contas, todo mundo
tem problemas!
A maioria das pessoas têm muitos problemas, a
maioria das pessoas têm problemas tão grandes que você e eu jamais podemos
imaginar. Mas, a diferença na vida, a diferença entre os que vencem e os que
fracassam, é justamente a sua forma de responder aos problemas.
Há muitos anos, um homem chamado Oswald Spengler
escreveu um livro em que falava sobre o que chamamos de “a teoria do desafio e
resposta”. Sabe o que isso significa? Se não, deixe-me explicar um pouco mais,
a teoria do “desafio e resposta” diz simplesmente que todas as civilizações
crescem e declinam na medida em que enfrentam os seus desafios de forma eficaz
e respondem da mesma maneira.
Uma sociedade pequena começa pequena e quase
invariavelmente é desafiada por um inimigo externo, seja a natureza, seja pelo
clima, ou coisas desse tipo. Dessa forma, se essa sociedade responder de
maneira positiva e construtiva aos desafios apresentados, ela crescerá. E, à
medida que crescer, automaticamente desencadeará novos desafios e dificuldades.
Se essa sociedade apenas continuar respondendo a todos os desafios de forma eficaz
e consistente, ela continuará crescendo cada vez mais.
Oswald Spengler estudou os 21 Grandes Impérios da
humanidade e descobriu que cada um deles seguiu rigorosamente esse ciclo evolutivo.
Enquanto essas sociedades continuavam crescendo, seus desafios também se
tornavam cada vez maiores e mais complexos.
A ideia de trazer esse exemplo para essa aula é
que ele é de extrema importância para o nosso tema em debate. Hoje, ao ler os
clássicos, temos acesso à história e sabemos quem são as pessoas que
enfrentaram e venceram todos os desafios de sua época!
Se você deseja ser capaz de enfrentar os grandes
desafios, o que precisa fazer é começar todos os dias a enfrentar os seus “pequenos
desafios”. Mas o que significa isso? Significa dizer que, aconteça o
que acontecer, você deve estar preparado para aceitar os desafios, deve estar
preparado para aceitar a responsabilidade, rejeitar as desculpas e seguir em
frente.
EXISTEM “3 ÁREAS” NA VIDA MODERNA NAS QUAIS VOCÊ DEVE ESTAR MUITO
CONSCIENTE.
A PRIMEIRA DELAS É A ÁREA POLÍTICA. Se olhar ao seu redor, verá que existem muitas ações
sociais que são geridas e impulsionadas pelos governos, em outras palavras, nós
elegemos pessoas e damos a elas o status
de representantes do povo. Essas pessoas passam a ser os responsáveis por uma
série de bens, produtos e serviços. O que a maioria das pessoas em nossa
sociedade mais desejam é que o governo atue como seus “pais”, o que a maioria
quer mesmo é que o governo as proteja e cuide delas a vida toda. O que essas
pessoas não sabem é que quanto mais poder nós damos aos políticos, quanto mais
os deixamos dirigir nossas sociedades, mais CONTROLE eles têm sobre nós. Entenda, nós não podemos evitar a
responsabilidade, mas podemos evitar o CONTROLE.
Então, quando concedemos o controle aos políticos e líderes, estamos, na
verdade, transferindo a eles – ou a
qualquer outra classe – o controle de nossas próprias vidas!
Quando escolhemos os candidatos, estamos lhe dando
uma “carta em branco” para que decida
como deve gastar o dinheiro público. Para que decida, regule e escolha os tipos
de taxa que nossas empresas deverão pagar e quanto do nosso lucro será retido.
Bem, essa é longa lista que diz muito de cada
sociedade, que diz muito de cada povo, que fala muito de quanta responsabilidade
desejamos assumir enquanto coletivo, enquanto sociedade, e quanto dessa responsabilidade
iremos deixar nas mãos de outras pessoas.
A SEGUNDA ÁREA EM QUE A TRANSFERÊNCIA PREVALECE É NO SISTEMA DE
JUSTIÇA. A
característica comum a todos os criminosos é que se recusam a aceitar a
responsabilidade por seus crimes. A culpa sempre será de outra pessoa, ou de
outra coisa. A culpa sempre será de sua infância, de sua família, de seus
amigos, ou de outra pessoa. Mas a melhor maneira de mudar essa situação é
quando aceitam a responsabilidade pelos crimes que cometeram e dizem: “eu
fiz isso, ninguém me obrigou a fazer, então, sou o único responsável por tudo”.
É somente após a aceitação da culpa que eles param de cometer crimes e deixam
de vez a prisão.
A TERCEIRA ÁREA QUE VOCÊ DEVE FOCAR É A MEDICINA. Hoje sabemos que quase todos os nossos problemas
médicos têm origem psicológica ou resultam da culpa que atribuímos às coisas. O
americano ou o canadense médio pesa cerca de 10 a 20 quilos a mais do que
deveria. Quando nos consultamos, esperamos que o médico seja responsável por
nossa saúde.
Mas deixe-me dar um exemplo: imagine, apenas
imagine o cuidado que você teria consigo se estivesse em uma ilha deserta por
um ano! Sem médicos, sem enfermeiros, sem nenhum hospital, sem medicamentos e
sem ninguém para ajudar, então, como acha que se sairia nesse desafio? É claro,
eu sei que esse exemplo é extremo, mas deixe-me dizer que esse é um ponto muito
importante.
Em nossa sociedade, deveríamos adotar essa exigência,
deveríamos literalmente nos livrar do desejo de “não ser responsáveis por
nossas vidas e que alguém assuma essa demanda por nós”. Mas esta é a chave,
lembrem-se, nós somos livres para escolher! Somos livres para escolher as
respostas que daremos aos problemas, somos livres para escolher a qualidade de nossa
vida emocional, sentimental e amorosa.
Mas é meu dever também lhe dizer que essa
liberdade para decidir como irá responder aos problemas, automaticamente transformará
suas repostas em fatores determinantes. Então, você deve decidir como irá responder
quando estiver com raiva, quando estiver feliz, ou triste. Vai decidir qual
será a sua atitude ao acordar amanhã de manhã. Vai decidir como deve
cuidar do seu corpo físico e, lembre-se sempre que você é o único que pode decidir
o que vai comer, o que vai beber, assim como o que não deve comer e o que não deverá
beber.
Você é o único que pode determinar a qualidade de
sua vida financeira. Você é quem determina a qualidade e a quantidade de
trabalho que é capaz de contribui para a sociedade, e, em cada caso, você é livre
para escolher o que deseja fazer. Se deseja que as coisas sejam diferentes, o
ponto de partida é aceitar a responsabilidade total e incondicional por sua
vida.
Permita-me compartilhar algo pessoal com você.
Bem, hoje eu sou uma pessoa de sucesso, mas nem sempre foi assim...
Há muitos anos, eu descobri o conceito global de
responsabilidade. Eu tinha 21 anos, morava num apartamento, trabalhava em
alguma empresa ligada à construção civil. Naquela época, fazia cerca de 35
graus abaixo de zero, um frio congelante. Eu não tinha carro, não tinha
dinheiro no banco, minhas roupas eram velhas, havia terminado o colegial com
muito esforço, e de repente eu me vi naquele pequeno apartamento, em meio a um
dos invernos mais glaciais do século, sem nenhum futuro pela e com um passado
não muito brilhante. Foi exatamente nesse momento em que minha mente revelou
algo, e eu me assustei.
De repente, foi como se alguém, ou alguma coisa,
tivesse retirado uma venda dos meus olhos! Foi algo que jamais pude esquecer.
Eu vi e entendi que se quisesse mudar minha vida, se quisesse fazer algo por
mim, eu deveria assumir a responsabilidade de transformar aquela dura realidade
em algo diferente, em algo em que me orgulhasse, eu precisava de um novo
propósito e de novos motivos para viver.
E, de verdade, se minha história te afetou, ainda
que apenas um pouco, saiba que se eu consegui, se eu superei tudo isso, você
também poderá começar a transformar a sua vida, use tudo que estou lhe dando no
Seminário Phoenix. Use e aplique tudo isso com consistência e entenda de uma
vez por todas que: o ponto de partida para voar alto, para mudar completamente
a sua vida, o ponto de partida para grandes realizações e grandes obras, é
aceitar total e incondicionalmente a responsabilidade.
Como disse antes, “se deve ser feito, me esforçarei
para fazê-lo da melhor forma”
E lembre-se sempre que...
“A VIDA
SERÁ EM GRANDE PARTE, AQUILO QUE FIZERMOS DELA”
Samuel Smiles.
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