Desbloqueando
o seu POTENCIAL, de Brian Tracy. Aula 3 do Seminário Phoenix!
Seminário Phoenix, aula 3: Desbloqueando o Seu POTENCIAL, de Brian Tracy.
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SEMINÁRIO
PHOENIX.
Brian
Tracy.
Estamos
na aula 3, que tem como tema:
“DESBLOQUEANDO
O SEU POTENCIAL”
Vamos
continuar falando sobre o potencial humano. Alguma vez você já se perguntou por
que existe uma disparidade tão grande entre o desempenho e os resultados de uma
pessoa para a outra? Por exemplo: uma pessoa que ganha “duzentos e cinquenta mil
dólares” por ano não é dez vezes melhor, ou mais inteligente, que uma pessoa que
ganha “vinte e cinco mil” por ano. E se tomamos alguém que ganha “dois milhões
e meio” por ano, essa pessoa deveria ser então “100 vezes” melhor e mais
inteligente que aquela que recebe “vinte e cinco mil”? Isso é totalmente impossível!
ENTÃO, COMO EXPLICAR A
DIFERENÇA DE “10 VEZES” EM SEUS RESULTADOS?
Em
um estudo recente sobre o Coeficiente de Inteligência (QI), foram testadas “1000” pessoas de uma determinada população e a
chegaram à seguinte conclusão: a pessoa mais inteligente, entre as mil
estudadas, era apenas duas vezes e meia mais inteligente que a pessoa com o menor
Coeficiente de Inteligência (QI) naquele grupo.
A
diferença entre a pessoas mais inteligente e a pessoa com menor coeficiente,
era de apenas: duas vezes e meia - e isso talvez seja verdade para toda a
população.
Mas
então, COMO EXPLICAR A DIFERENÇA DE 10X NESSES
RESULTADOS?
Quando
falamos sobre o potencial humano, chegamos a uma fórmula que desenvolvi há
alguns anos e talvez isso explique e nos ajude a compreender um pouco mais esse
ponto. A fórmula começa com o que chamo de Atributos
Inatos (AI). Os atributos inatos
são nossas qualidades, inteligência, habilidades, temperamento e outros
atributos que nos acompanham desde o nascimento e que não podemos alterar de
forma rápida e significativa.
Além
dele, existem os Atributos Adquiridos (AA). Os atributos adquiridos também são
muito importantes pois, eles incluem aquilo que recebemos durante nossa vida,
como educação, treinamentos, habilidades em áreas do nosso interesse, experiências,
conhecimentos técnicos, sabedoria, relacionamentos e etc.,
Agora,
se multiplicamos esses dois termos por (A),
que uso para simbolizar nossa “ATITUDE”,
rapidamente chegaremos ao POTENCIAL
TOTAL HUMANO INDIVIDUAL, ou ao DESEMPENHO
TOTAL HUMANO INDIVIDUAL, ou ainda, aos RESULTADOS
TOTAIS HUMANOS INDIVIDUAIS.
E
está a fórmula, quem sabe você deseja escrevê-la, aqui está:
AI + AA x A = PTHI, ou DTHI, ou ainda RTHI.
Observando
esses fatores, vemos que os Atributos Inatos
já nascem conosco e os Atributos Adquiridos
podem ser modificados, mas isso costuma levar algum tempo. Embora algumas vezes
nós os mudamos rapidamente. Certas informações valiosas, como as que estou lhe
entregando nesse Seminário, costumam mudar dramaticamente a sua eficácia e os
seus resultados. No entanto, a forma como agimos, nossa atitude, podem elevá-los, ou reduzi-los dramaticamente em alguns segundos.
Sempre
que melhoramos nossa atitude,
multiplicamos todas as nossas capacidades. A Atitude foi acertadamente chamada de “a linguagem mais importante do ser humano” e “a palavra mais importante em qualquer idioma”.
Um
estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Harvard, que examinou
estudantes e profissionais de diversas áreas, observou que cerca de 85% de tudo
que fazemos na vida é determinado por nossa atitude. Isso significa dizer que cerca de 85% do nosso sucesso é
determinado por quão positiva é nossa atitude.
Pessoas
com atitudes positivas tendem avançar mais rapidamente e alcançar o topo em
organizações valiosas. Elas ganham mais dinheiro e obtém melhores níveis de
felicidade e paz interior. Ter uma atitude
positiva não significa dizer que vai sair nas ruas dançando e jogando
flores, não é disso que estamos falando nesse Seminário. Estamos falando de,
como seres humanos, procurarmos desenvolver bons hábitos e atitudes positivas em relação a nossas vidas, ao nosso trabalho, a
forma como enfrentamos os problemas, como lidamos com os relacionamentos e etc.
De
acordo com um relatório sobre o desenvolvimento de empresas nos Estados Unidos,
cerca de 80% do Sucesso alcançado por empresas, em diferentes áreas de atuação,
se deve às atitudes! E a pergunta que
temos nesse momento é: de onde vêm as nossas
atitudes? Isso é fácil, nós já falamos disso na aula passada, mas deixe-me
relembrar para que possamos seguir adiante:
NOSSAS ATITUDES VÊM DAS
NOSSAS EXPECTATIVAS!
Lembre-se
que falamos sobre expectativas na aula passada, e existe uma forma simples e muito
poderosa que podemos usar para mudar a sua atitude
instantaneamente é repetir para si mesmo, ainda que não confie totalmente, “penso que algo maravilhoso vai acontecer
comigo hoje”. Pois, como falamos na aula passada, nossas expectativas sobre
os acontecimentos em nossas vidas, determinarão as nossas atitudes.
O
que isso quer dizer? Quer dizer que se você esperar bons resultados, colherá
bons resultados. Se você sempre espera fracassar, vai receber exatamente aquilo
que está plantando em sua mente. Lembre-se que citamos Henri Ford, “se acredita que pode, ou se acredita que
não pode, em ambos os casos, você está certo”.
O
maravilhoso é que podemos fabricar as nossas expectativas! Podemos esperar
aquilo que desejamos. Podemos esperar coisas positivas, coisas negativas e
dificilmente iremos nos decepcionar.
MAS, DE ONDE VÊM AS
EXPECTATIVAS?
Nossas
expectativas vêm de nossas crenças e
valores. Nossas crenças e valores são
o centro dos fatores motivacionais de nossa personalidade. Nossas crenças são a
chave para entender o potencial humano. Basicamente, a sua atitude é uma expressão externa do que está acontecendo em seu
interior, e isso é coerente com as Leis Mentais que vimos na “aula 2”.
Cada
um de nós tem crenças profundamente enraizadas. Os psicólogos chamam de “autoconceito”. A descoberta do
autoconceito é considerada por muitos como a conquista mais importante para
entender o desempenho humano no século XX - e eu estou de acordo.
Seu
Autoconceito é como um Centro de Comando, se quiser usar essa
linguagem, ou, se preferir, podemos usar termos mais técnicos, então, seu Autoconceito é como o Sistema Operacional de um computador
moderno. Seu Autoconceito é o conjunto
de crenças, valores, atitudes, sentimentos, ideais e etc., que estão armazenados
no interior de suas mentes. Seu autoconceito
é o resultado de todas as experiências que teve na vida até esse ponto.
Alguns
pesquisadores afirmam que o Autoconceito
começa a se formar antes mesmo do nascimento. No entanto, uma vez estabelecido,
seu autoconceito antecipa, reage e determina seus níveis de eficácia e
desempenho em todas as áreas de sua vida, assim, seu autoconceito se torna o Centro
de Comando, ou o Sistema Operacional
sob o qual você está operando nesse instante.
Esse
conjunto de crenças determina sua forma de se comunicar, o que você faz, como se
comporta, como se sente diante dos outros, como reage aos desafios, como se
relaciona, a forma como conduz o seu trabalho, e assim por diante. Mas, o que
isso significa? Significa que todas as melhorias em sua vida exterior, todas as
mudanças em sua realidade, devêm começar com uma mudança significativa em seu autoconceito!
VOU EXPLICAR O QUE ISSO
SIGNIFICA COM UM EXEMPLO SIMPLES.
Falamos
sobre o potencial humano e afirmamos que a pessoa média utiliza apenas cerca de
10%, ou menos, do seu potencial total. Segundo algumas pesquisas, esse número talvez
seja ainda menor. O Instituto Stanford Brain, em Santa Clara, Califórnia,
estima que o número mais aproximado seria cerca de 2%.
Como
nosso intuito é te motivar a começar a mudar essa forma de jogar, vamos ser um
pouco mais generosos e considerar que a maioria das pessoas utilizam cerca de
10% do seu potencial total. Isso significa que, na maioria dos casos, a maioria
das pessoas está deixando de utilizar 90% do seu potencial total humano. Um
grande filósofo, uma pessoa ímpar, Oliver Wendell Holmes, certa vez afirmou
que:
“A grande tragédia da vida humana é que as pessoas chegam em suas
sepulturas com sua música ainda dentro delas”
Isso
acontece porque, na maioria das vezes, fomos preparados apenas para sobreviver
e, quando começamos a descobrir e entender sobre a brevidade da vida, o “jogo” simplesmente
acabou! Ainda estamos operando muito abaixo do potencial total humano e, para
piorar o quadro geral, se já não for tarde demais para isso, a maioria das pessoas
em nosso tempo desconhecem o potencial total
humano.
Sabemos
que existe uma correlação direta entre o potencial
total humano e o autoconceito.
No entanto, nosso autoconceito, ou as
estimativas que temos sobre nós mesmos, geralmente são bem menores do que
deveriam ser e, com isso, com esse tipo de atitude,
nossos níveis de desempenho e eficácia são drasticamente reduzidos.
Nosso
autoconceito é algo totalmente
subjetivo! O que significa isso? Significa dizer que nosso autoconceito, aquilo que pensamos sobre nós mesmos, não está baseado
na realidade, está baseado nas informações que recebemos e aceitamos como
verdade, e terá efeito sobre nós até o ponto em que acreditamos ser verdade pois,
costumamos agir de maneira consistente com nossas crenças.
Algumas
pessoas leem seus horóscopos e acreditam que ele determinará o seu futuro.
Algumas pessoas costumam tomar a crítica e opinião dos outros, muitas vezes de
pessoas que sequer respeitam, e acreditam nisso e vivem essas falsas ideias em
suas vidas, e isso não faz nenhum sentido, isso apenas traz muita dor,
sofrimento, estresse e infelicidade para suas vidas.
Lembre-se
dessas palavras: “o que pensamos e
acreditamos ser verdade, se tornará verdade para nós”.
Além
disso, sabemos que nós, os adultos, estamos operando com base numa enorme variedade
de autoconceitos. Temos um autoconceito
sobre como devemos nos vestir, o que devemos comer, quão bem podemos falar em
público, que tipo de pais somos, que tipo de filhos somos, que tipo de esposa,
ou marido somos, que tipo de profissional, ou que tipo de motoristas somos e,
aliás, uma curiosidade sobre a habilidade de dirigir.
Já
perceberam como a maioria dos homens têm um autoconceito muito positivo sobre as
suas habilidades ao volante? A maioria das mulheres podem não entender, mas os
homens nascem com um talento inato para dirigir.
Em
nossa sociedade, tendemos a acreditar que a maioria dos homens são excelentes
motoristas. Se você é mulher e não acredita nisso, pare um pouco e procure
lembrar da última vez que tentou corrigir a forma de dirigir do seu marido,
filho, irmão ou amigo, e verá que não obteve uma boa resposta. E por falar
nisso,
COMO VOCÊ REAGE QUANDO ALGUÉM
DESAFIA SEU AUTOCONCEITO SUGERINDO QUE NÃO É AQUILO QUE PENSA SER?
Isso
é simples de responder, ficamos na defensiva, ou nos irritamos facilmente e é bem
difícil lidar com pessoas que nos desafiam e duvidam de nossas habilidades.
Temos um autoconceito sobre quão criativos somos, quão inteligentes somos, quão
rápido lemos e quão bons somos nos esportes e, sobre os esportes, se praticamos
uma variedade deles como futebol, vôlei, tênis e corrida, por exemplo, teremos
um autoconceito diferente para cada uma delas.
Temos
um autoconceito sobre como cozinhamos, o quão bem educamos nossos filhos, quão
bem cuidamos da casa e até mesmo sobre os carros que dirigimos, e assim por
diante. Também teremos um autoconceito do nosso valor próprio que está baseado
na quantidade de dinheiro que recebemos por nossos serviços e, sobre isso, tenho
mais uma curiosidade.
Sabia
que você nunca recebe mais que 10% do seu autoconceito em termos de renda? Mas
por que isso acontece? Isso acontece porque nosso autoconceito sobre nossa
renda influencia e determina o nosso nível de valor que se converterá em nossa renda
mensal, ou anual. Esse nível de autoconceito é conhecido como “zona de conforto”.
Mesmo
quando desejamos ganhar mais dinheiro, a tendência natural humana é lutar para
entrar na “zona de conforto” e
depois se estabelecer e permanecer lá a vida toda. Se começamos a ganhar 10% a
mais do que determina nosso autoconceito, sentiremos uma necessidade urgente de
nos livrar desse dinheiro extra e, algumas coisas estranhas podemos começar a
acontecer nesse momento. Podemos doar esse dinheiro, ou gastaremos de forma irresponsável,
ou até mesmo o perderemos em apostas, ou coisas desse tipo. É curioso, mas as
pessoas que ganham na loteria costumam estar quebradas após dois ou três anos,
pois aquele dinheiro estava além do seu autoconceito.
Por
outro lado, se ganhamos 10% a menos do que acreditamos valer, ou seja, se
ganhamos abaixo do que determina o nosso autoconceito,
nos veremos lutando, trabalhando com mais garra e por mais tempo, pensaremos de
forma mais criativa e buscaremos várias maneiras de aumentar nossa renda
principal, ou nossas rendas secundárias. A única maneira de melhorar qualquer
aspecto de nossa vida, incluindo nossa renda, é aumentando o nível do nosso autoconceito
em relação à renda e isso envolve começar a exercitar o pensamento, começar a
nos imaginar ganhando mais dinheiro.
A
mesma ideia funciona se deseja perder peso, a única maneira de conseguir perder
peso de fato, é pensar que estamos mais magros. Devemos nos enxergar como
pessoas mais magras. Se desejamos ser mais populares, amorosos, felizes ou
saudáveis, devemos começar a pensar repetidamente nessas coisas até que se
tornem parte do nosso “novo autoconceito”.
Falaremos
mais sobre isso em outra aula, pois é uma parte essencial da nova programação
mental para o Sucesso que estou propondo com esse Seminário. Nosso autoconceito global é determinado pela
média dos nossos autoconceitos nas áreas que consideramos importantes. Isso é
muito importante, seu AUTOCONCEITO é
composto por “3 CAMADAS CRÍTICAS”.
A
PRIMEIRA PARTE DO AUTOCONCEITO É O “IDEAL PRÓPRIO”.
Ideal Próprio é o
seu referencial de vida, o modelo que te inspira, é a pessoa que deseja se
tornar um dia. O Ideal Próprio é como
acredita ser uma pessoa de sucesso, é a sua imagem do Vencedor! Seu Ideal Próprio representa tudo aquilo
que acredita ser o melhor para você e tudo que poderá realizar e alcançar em
sua vida.
Sabemos
que as pessoas de sucesso, sem exceção, têm Ideais Próprios muito claros e bem
definidos sobre quem desejam se tornar no futuro. Sabemos também que as pessoas
que fracassam, sem exceção, têm ideais vagos, ou não têm ideais próprios.
A
segunda parte do autoconceito é a “autoimagem”.
Autoimagem
é como um retrato, é como você se vê e o que pensa sobre si mesmo. Autoimagem é o seu espelho interno, é como
se percebe como indivíduo, é como percebe seu desempenho e capacidade no cotidiano.
A
terceira parte do seu autoconceito é
a autoestima.
A
autoestima está relacionada com o quão bem se relaciona consigo mesmo. Como se
relaciona consigo mesmo é o que determina como se sente consigo mesmo. É o
motor, a força poderosa dentro do seu subconsciente, é a força de energia
dentro do seu autoconceito, é o que determina quase tudo que lhe acontece no
exterior.
A
melhor definição para autoestima que encontrei é essa: “quanto a sua personalidade lhe agrada”. Quanto a sua personalidade
lhe agrada como esposo, como profissional, como líder, como investidor, como
orador, como atleta e etc.
Quando
começa a trabalhar para agradar mais a si mesmo, verá que seu nível de
autoestima e seus sentimentos emocionais globais, em relação a qualquer área de
sua vida, começarão a mudar, e verá também que essa mudança começará a determinar
seu novo desempenho e nova eficácia nessas áreas.
O
surpreendente é que seu autoconceito é maleável! Sua autoestima pode ser reconstruída
repetindo para si mesmo continuamente "estou muito feliz com meu modo de ser, me sinto feliz com a minha
personalidade, minha personalidade me agrada, estou feliz com minha forma de
ser, estou feliz com minha forma de agir, estou feliz com minha forma de falar,
estou muito feliz com minha personalidade e me sinto ótimo como esposo, como
líder, como professor, como pai”, e ao fazer esse exercício simples, verá
que quanto mais você repete, mais a sua autoestima se elevará, e quanto mais ela
se eleva, mais seu autoconceito global crescerá.
Quanto
mais elevado for o nível do seu autoconceito global, maior será o seu
desempenho em todas as áreas que empreender. Cada vez que repete para si: “a minha
personalidade me agrada, a minha personalidade me agrada, a minha personalidade
me agrada, a minha personalidade me agrada”, é como se estivesse bombeando
psicologicamente a si mesmo.
Tudo
aquilo que acontece e faz sua autoestima aumentar, fará com que se comporte
melhor e tudo aquilo que faz sua autoestima diminuir, fará com que se comporte da
maneira equivocada, que cometa erros, que seja infeliz, entre outras coisas.
Um
ponto crítico sobre agradar a si mesmo, um ponto chave sobre a autoestima e
agradar a si mesmo, em primeiro lugar, é que você nunca pode “gostar” de alguém mais do que gosta de si mesmo,
pois seu nível de autoestima é o que determina a qualidade das suas relações
com as outras pessoas.
Em
segundo lugar, “você nunca deve esperar
que alguém goste, ou te respeite, mais do que gosta e respeita a si mesmo”.
Quando você agrada e respeita a si mesmo, essa ação passa a determinar as suas atitudes em relação a si mesmo. Todas
as escolas de psicologia atualmente concordam que isso depende de você
realmente gostar e respeitar a si mesmo como um ser humano valioso, único e
importante que é.
Na
verdade, isso afeta tudo aquilo que nos acontece. Quando a sua personalidade
lhe agrada, quando aprende a respeitar a si mesmo e começa a elevar a sua
autoestima repetindo o mantra: “a minha
personalidade me agrada, a minha personalidade me agrada, a minha personalidade
me agrada, a minha personalidade me agrada”, e isso nos leva à seguinte pergunta:
DE ONDE VEM O CONCEITO DE AUTOESTIMA?
Descobrimos
que a autoestima e o autoconceito, são maleáveis, porque não nascemos com eles.
Não nascemos com nenhuma ideia sobre nós mesmos. Nascemos como um potencial
puro! A pessoa comum chega ao mundo como um potencial puro e não tem o autoconceito
de que tudo o que é agora, todos os sentimentos que tem, todas as atitudes e
valores que possui, teve que aprender ao longo da vida.
Também
sabemos que as crianças chegam ao mundo com uma necessidade intensa de amor e
contato com outros seres. De acordo com uma quantidade significativa de
pesquisas, precisamos de muito amor e contato durante toda a nossa vida, mas especialmente
durante os nossos primeiros anos de formação, porque é na infância onde aprendemos
quem somos, quanto valemos, se somos importantes, inteligentes, amorosos e
engraçados.
Tudo
isso nós aprendemos de acordo com o tratamento que recebemos de nossos pais. Se
nossos pais, nossos parentes, tios e tias, especialmente nossos pais, nos trataram
como se fôssemos realmente pessoas importantes, nós crescemos pensando que
somos realmente pessoas importantes. Mas, se nossos pais não fazem isso, algo
mais acontece.
Veja,
sabemos que os primeiros anos de vida são os mais importantes para o
desenvolvimento do autoconceito. Uma
criança começa do zero! Ela nasce sem saber quem é, e são extremamente
importantes e valiosos o primeiro, o segundo, terceiro, quarto e quinto ano de sua
vida.
Alguns
psicólogos diziam que os cinco primeiros anos eram os mais importantes, mas
agora a maioria deles diz que os três primeiros é que são. Nos primeiros três anos
de vida, a criança aprende quem é, e dizem que se damos amor em quantidade e
qualidade suficientes, dos três aos cinco anos, nós as preparamos para toda a vida
em termos emocionais, mentais e cognitivos! Nós colocamos essa criança numa
base sólida de autoestima e autoconfiança, além de elevarmos em muitos níveis o
seu valor próprio e importância.
Realmente,
existe uma correlação direta entre a qualidade, a quantidade de amor e o
desenvolvimento de uma personalidade saudável. Quanto mais amor incondicional
uma criança recebe nos seus primeiros anos de formação, mais forte será a base
da sua personalidade. O reverso da educação é que quase todos os problemas de
psicose, neurose, perturbações da personalidade e problemas de comportamento,
surgem dos problemas com o autoconceito.
AGORA, VAMOS APRENDER A RECUPERAR
ALGUNS ADULTOS.
Aqui
está a nossa personalidade adulta e se a observarmos com a devida atenção, nós podemos
reparar nossas bases emocionais, por assim dizer, repetindo nosso mantra
preferido: “a minha personalidade me
agrada, a minha personalidade me agrada, a minha personalidade me agrada, a minha
personalidade me agrada”, e com isso nós levamos esse “concreto reparador” para a base da nossa personalidade.
As
crianças precisam de amor como as rosas precisam da chuva. As crianças que não
são amadas na quantidade certa, frequentemente definham, entristecem, desanimam
por falta desse amor. É uma doença chamada “marasmo emocional”.
Agora
que sabemos mais sobre as crianças, sabemos que elas chegam ao mundo com dois
atributos notáveis. O primeiro atributo notável das crianças é: as crianças não têm medo! As crianças
nascem sem medo. Elas não têm medo de quase nada, talvez tenham medo de cair,
do escuro e de barulho, e isso é expressado em suas atitudes. Vejam, a maioria
das crianças que conheço estão sempre prontas para agir, elas repetem
sistematicamente: “eu posso, eu consigo,
eu faço, eu vou fazer”.
Como
disse antes, as crianças chegam ao mundo pensando que podem fazer qualquer
coisa, e se você já teve a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento de uma criança,
do nascimento até os cinco anos, sabe que nesses primeiros anos devemos estar
atentos e evitar que se machuquem, pois, as crianças são como “kamikazes”, não
têm medo de nada.
O
segundo atributo notável é: as crianças chegam
ao mundo completamente espontâneas! Elas dizem o que querem, fazem o que
querem e o que desejam, são totalmente desinibidas, elas são autênticas!
Não
tem medo de fazer o que desejam e isso também é refletido em suas atitudes: “não quero, não tenho que fazer, não gosto,
não quero comer”. Se já tentou educar uma criança, verá que a primeira
coisa que dizem quando começamos a lhe dar comandos é: “não, não, não tenho que fazer isso”. É claro que algumas vezes
conseguimos mudar suas mentes de alguma forma, mas esses são os dois atributos notáveis
com os quais as crianças chegam ao mundo.
As
crianças chegam ao mundo sem medo, livres e desinibidas. Mas o que isso
significa? Significa dizer que a nossa forma original, inata e natural é não
sentir medo e ser autêntico. E nós só alcançaremos o Sucesso desejado quando conseguirmos
“recriar” essa mesma situação mental e emocional em nossa vida adulta.
É
somente quando nos livramos dos medos, é somente quando conseguimos nos
transformar em indivíduos felizes e confiantes com nossa personalidade, é que
conseguiremos jogar com as melhores cartas “o jogo da vida”. As melhores organizações, as melhores empresas,
são aquelas que conseguiram criar e manter ambientes onde seus profissionais possam
atuar livres dos medos, das reservas e onde podem ser autênticos e atuar no seu
mais alto nível.
À MEDIDA QUE CRESCEMOS,
DESCOBRIMOS QUE AS CRIANÇAS APRENDEM DE DUAS MANEIRAS.
A primeira, é por imitação. As crianças
imitam a um, ou ambos os pais, especialmente o dominante. Às vezes, o pai
dominante muda à medida em que a criança cresce. Às vezes, as crianças imitam
seu irmão, às vezes sua mãe, mas o fato é que elas aprendem por imitação.
Muitas
características e hábitos que temos como adultos, aprendemos com nossos pais.
Alguma vez já teve a oportunidade de gritar, ou repreender um de seus filhos? Se
sim, pode ver que disse a ele as mesmas coisas que seu pai lhe disse quando era
criança.
Às
vezes, imitamos seu modo de andar, às vezes sua forma de falar, às vezes
imitamos seus valores, suas crenças, etc. Mesmo que esses valores e crenças não
tenham valor algum para você, mas, porque eles eram valiosos para seus pais
quando eles eram crianças.
A segunda forma que elas
aprendem é evitando o desconforto. Elas aprendem a evitar tudo
aquilo que não faz bem, em outras palavras, as crianças aprendem desde de cedo
a lutar para sair da zona de desconforto
e caminhar para a zona de conforto.
Freud chamou isso de “o princípio do
prazer”, ou seja, nós evitamos a zona de desconforto e buscamos o prazer. Tendemos
a escolher o caminho mais fácil, aquele que nos traz bons sentimentos.
Essa
é a maneira que a mente humana funciona, nos movemos em direção daquilo que nos
faz sentir confortáveis, nos movemos ao que nos dá prazer, nos movemos para
aquilo que nos faz sentir bem conosco, enfim, sempre estaremos nos movendo da zona de desconforto para a zona de conforto.
Por
exemplo, quando somos pequenos, é assim que aprendemos a não molhar as fraldas.
Sabemos que não é agradável andar com cocô, ou xixi, na fralda, observamos o
que nossos pais fazem, observamos o que nossos parentes fazem e dizemos a nós
mesmos “hum, eles não andam com cocô, ou xixi nas calças” e então começamos a
imitá-los. Começamos a fazer as coisas exatamente como eles fazem, é assim que
nós aprendemos. Foi assim que aprendemos a andar, a falar, a nos vestir e etc.
NÓS
ESTAMOS SEMPRE CAMINHANDO DA “ZONA DE
DESCONFORTO” PARA A “ZONA DE
CONFORTO” A VIDA TODA!
É
assim que nós aprendemos, aprendemos imitando as outras pessoas. Aprendemos lendo
o que as pessoas leem, fazendo o que as outras pessoas fazem, estudando o que
as outras pessoas estudam, lemos livros, imitamos no trabalho, imitamos na
escola e sempre iremos fazer tudo aquilo que nos traz resultados positivos, o
que nos dá reforços positivos e faremos cada vez menos as coisas que nos levam
à “zona de desconforto”, ou que nos causam
algum tipo de dor e sofrimento.
Muito
cedo na vida, como um equívoco, ou como resultado de um erro que os pais
cometem, ainda que de forma inconsciente, na criação de seus filhos, as
crianças começam a aprender os hábitos
e padrões negativos. Os hábitos e
padrões negativos têm suas raízes principalmente na “crítica destrutiva”.
A
“crítica destrutiva” começa a nos
afetar bem cedo na vida, às vezes ela começa ainda nos primeiros meses, e os
pais a usam para dirigir e controlar seus filhos, mas, infelizmente, a “crítica destrutiva” tem um efeito muito
perigoso e prejudicial sobre nós, pois a “crítica destrutiva” tende a minar a
integridade e a personalidade da criança. Muitas pessoas, a isso incluo eu e
você, foram dramaticamente impactadas e feridas pela “crítica destrutiva” mais do que por todas as guerras da história da
humanidade.
COMO RESULTADO DA “CRÍTICA
DESTRUTIVA”, NÓS COMEÇAMOS A DESENVOLVER “OS PADRÕES DE HÁBITOS NEGATIVOS”.
Os
PADRÕES DE HÁBITOS NEGATIVOS são
respostas condicionadas aos estímulos recebidos. Os PADRÕES DE HÁBITOS NEGATIVOS se desenvolvem nos primeiros anos de
vida, eles são o resultado da repetição do medo e da dor. Os PADRÕES DE HÁBITOS NEGATIVOS se
desenvolvem como um resultado da “crítica
destrutiva”, dos castigos físicos, das ameaças, dos gritos, das chantagens,
do amor condicionado, e assim por diante.
Nos
primeiros anos de vida, começamos a desenvolver duas manifestações que irão nos
perseguir durante toda a vida e, mais do que qualquer outra coisa, irão inibir,
ou mesmo reduzir aos patamares mais baixos o nosso potencial puro.
A primeira manifestação é a que
chamo de “PADRÃO DE HÁBITO NEGATIVO
INIBIDOR”. O “PADRÃO DE HÁBITO
NEGATIVO INIBIDOR” é aprendido quando estamos educando a criança e
repetimos “não... não faça isso... não
mexa nisso...”, e a punimos quando tenta algo novo, se envolve com algo,
cheira algo, derrama algo ou quebra algo acidentalmente e, geralmente, em
momentos assim seus pais explodem de raiva e ficam completamente descontrolados.
Mas
se você parar e analisar a situação com um olhar pedagógico, verá que toda
criança age de acordo com o instinto natural da descoberta, elas são naturalmente
curiosas, todas têm uma curiosidade insaciável e um desejo enorme de sair e explorar
o mundo, mas quando ela explora, ou se interessa e estraga algo, e seus pais
reagem de forma agressiva com castigos e punições, a criança começa a pensar
que:
“Toda vez que eu tento
algo novo, toda vez eu que tento algo diferente, toda vez que eu ultrapasso os meus
limites, sou castigado, me machucam, me mandam para meu quarto e me sinto mal”.
E
muito em breve essa criança desenvolverá o sentimento de “eu não posso... não posso fazer isso... não posso fazer, porque toda
vez que tento fazer algo diferente, sou castigado! Não posso, não posso, eu não
posso”.
É
como a conhecida resposta de Pavlov. Pavlov tocava uma campainha, mostrava
comida ao seu cachorro, e o cachorro salivava, e Pavlov o alimentava. Pavlov
continuou fazendo isso até que um dia, bem mais tarde, Pavlov apenas tocava a
campainha, e o cachorro imediatamente começava a salivar, mesmo antes de comer.
O QUE ACONTECE NA VIDA ADULTA
É QUE ISSO CRIA O QUE CHAMAMOS DE “MEDO DO FRACASSO”.
O
medo do fracasso é uma resposta condicionada a um processo de crítica destrutiva que ocorre nos
primeiros 5, ou 6 anos de vida. O medo do fracasso nos ativa automaticamente.
Sentimos ansiedade, tensão, inquietação, pressão e estresse em nosso plexo
solar. Sentimos vontade de nos sair do local e fugir para bem longe.
O
medo do fracasso é a principal razão de todos os fracassos na vida adulta, a
principal razão pela qual evitamos cumprir plenamente o nosso potencial. Na
verdade, todos os padrões de hábitos negativos são experimentados no corpo
físico. Você pode identificar um padrão de hábito negativo porque ele é sentido
no corpo físico, principalmente o padrão de hábito negativo inibido, o medo do
fracasso, o “não posso”, todos
começam no seu plexo solar.
Já
passou pela situação de ter que falar na frente de um grupo, fazer uma
avaliação de desempenho, ou uma entrevista importante? Se sim, você deve
lembrar que primeiro, sentiu um forte aperto em seu plexo solar. Se o medo
persistiu, a sua respiração se acelerou, seu coração começou a bater mais
rápido, sua frequência respiratória aumentou e, como consequência, aparece uma
forte dor na parte frontal como em uma enxaqueca. Sua garganta se fecha, não
consegue falar e sua boca fica completamente seca e, como está tão assustado e
tenso, corre para o banheiro.
Todas
essas são manifestações do “medo do
fracasso”. Eu e você sabemos que não existe perigo físico, mas sim, uma
espécie de “terror psicológico” e,
como disse antes, essa é uma resposta condicionada ao “medo do fracasso”. Quando sentimos algo assim, a tendência é se
afastar da situação, ou do evento, que a ocasiona, é a razão pela qual não
alcançamos o sucesso e uma das principais que nos faz fracassar.
Agora,
é importante que você volte e assista essa mensagem mais uma vez em alguns
dias.
O
segundo padrão de hábitos negativos, é o compulsivo.
O “PADRÃO DE HÁBITO NEGATIVO COMPULSIVO”
é aprendido quando as crianças ouvem repetidamente “é melhor você fazer isso, se não, terá problemas”, ou “se você não fizer isso agora mesmo, vai se
ver comigo”.
As
crianças que passam por situações desse tipo, certamente se tornarão recipientes
do “amor condicional”. Seus pais não fazem isso de forma intencional – bem, eu
prefiro acreditar que não – mas o que estão fazendo é sugerir à criança que: “se não fizer o que estou pedindo, eu não te amo”.
A
criança cresce sentindo “tenho que fazer o que minha mamãe quer”, “devo agradar
minha mamãe”, “devo agradar meu papai”, “devo agradar aos outros”, “devo
agradar meus parentes” e às vezes “devo agradar meus amigos”, “devo agradar
meus professores”, “devo agradar a todo mundo”.
CRESCEMOS COM ISSO: “DEVO AGRADAR
AOS OUTROS, DEVO FAZER O QUE ME PEDEM, DEVO AGIR DESSA FORMA”.
Não
posso fazer o que quero, devo fazer o que agrada aos outros. Esse “PADRÃO DE HÁBITO NEGATIVO COMPULSIVO”,
muito cedo na vida, se traduz em “medo da
rejeição”. O medo da rejeição é experienciado por homens adultos como um
comportamento tipo A.
Falaremos sobre o comportamento tipo A
posteriormente.
O
comportamento tipo A é uma
necessidade compulsiva, ou excessivamente compulsiva, de agradar alguém de qualquer
forma, sem nenhum padrão anterior de comportamento, como se praticamente estivéssemos
agindo sem pensar. O medo da rejeição
nos impulsiona, nos torna muito sensíveis às necessidades dos outros. Fazemos o
que outras pessoas querem e não fazemos o que queremos. Estamos sempre tentando
agradar aos outros.
Nos
preocupamos com as opiniões, sentimentos e atitudes dos outros, a ponto de
esconder nossas próprias necessidades. O medo da rejeição é sentido na coluna do corpo. Ele começa em nossa
coluna e o primeiro lugar onde geralmente sentimos o medo da rejeição é nos ombros e no pescoço. Nos sentimos lentos,
tensos e rígidos.
Quando
temos muito a fazer, sentimos um forte estresse na coluna. Os músculos se
esticam na parte traseira e às vezes se manifestam como flebites e varizes, e
frequentemente temos dores de cabeça na parte de posterior.
Isso
ocorre porque as artérias carótidas, as que levam o sangue para a cabeça, estão
revestidas por músculos que nesses casos se contraem, reduzindo o fluxo
sanguíneo e causando dores terríveis na parte posterior da cabeça. Esses dois
medos, os padrões de hábitos negativos, o compulsivo e o inibidor, são o
resultado da “crítica destrutiva”, o
grande destruidor da personalidade humana que nos persegue desde o início dos
tempos.
O
lado bom dessa história, se já não for tarde demais para isso, é que como
estamos falando de padrões de hábitos aprendidos, nós podemos aprender a
esquecê-los! Podemos superar o medo do fracasso que nos detém, podemos superar o
medo da rejeição que nos faz agradar aos outros em vez de agradar a nós mesmos,
trabalhando em nossa própria autoestima. Porque há uma relação inversa entre a
autoestima e o padrão de hábitos negativos.
E
quanto mais agrada a si mesmo, menos terá medo do fracasso; quanto mais agradar
a si mesmo, menos terá medo da rejeição; quanto mais você agradar a si mesmo,
menos se preocupará com o que os outros pensam sobre você, e se continuar
repetindo: “a minha personalidade me agrada, a minha personalidade me agrada, a
minha personalidade me agrada, a minha personalidade me agrada”, e se segue
falando isso, com o passar do tempo, sua autoestima se elevará mais, e mais, e
mais, e seus medos certamente serão reduzidos, ou até esquecidos. Quando começar
a elevar sua autoestima, começará a ver que todos os medos que hoje te
perseguem, simplesmente desaparecerão!
AGORA, COMO ENFRENTAR A CRÍTICA
DESTRUTIVA?
Será
que devemos desistir de educar as pessoas e deixa-las agir como bem querem e
entendem? E a resposta para isso é NÃO!
Na verdade, é bem mais simples do que parece. Muitos pais me perguntam sobre
isso: como devemos educar nossas
crianças?
E
uma das chaves para educar as crianças é direcioná-las para fazer algo
construtivo em vez de algo destrutivo. Outra coisa a ser lembrada é que você não
deve ter medo de emitir suas críticas, mas deve usar críticas informativas e críticas
construtivas. Isso significa que nós devemos dizer às crianças o que elas podem fazer, ou que devemos dizer aos adultos
o que podem fazer melhor. Afinal de
contas, o propósito de dar feedback, seja em qual área for, sempre deve ser
para melhorar o desempenho.
Seja
como pai, como líder, nos relacionamentos, se alguém está fazendo algo errado,
ou inadequado, o propósito de dar qualquer tipo de feedback é para que possam
fazer melhor. No entanto, existe uma relação direta entre a autoestima e a
crítica destrutiva.
Cada
vez que você critica alguém, a autoestima dessa pessoa é reduzida e, com isso, a
capacidade e o desempenho dessa pessoa também diminuem. Se critica alguém de
maneira destrutiva por muito tempo, chegará ao ponto em que essas pessoas não mais
tentarão nada em suas vidas, isso se torna o que chamamos de “hipersensibilidade”.
Um
adulto hipersensível é alguém que não pode aceitar críticas de ninguém. Um
adulto hipersensível é uma pessoa muito tensa e ansiosa, e isso tende a ser
elevado quando alguém lhe sugere que não está fazendo a coisa certa!
Se
você está lidando com um adulto hipersensível, a chave para conseguir um
diálogo construtivo é acalmá-lo e lembrar quatro pontos importantes:
1.
Comece com elogios;
2.
Proteja a autoestima dessa pessoa a todo custo;
3.
Discuta o desempenho e não a pessoa. Fale sobre o seu comportamento mais do que
sobre sua personalidade;
4. Projete
seu diálogo para o futuro em vez de focar no passado, concentre seus esforços naquilo
que será feito de forma diferente no futuro em vez do que aconteceu no passado.
Por que devemos fazer isso? Bem, a razão é muito simples, não podemos controlar,
ou mudar o passado. Se não podemos controlar, ou mudar o passado, qualquer
crítica sobre o que fizemos nele, causará forte estresse e muita frustração. Em
resumo...
A CHAVE PARA UMA VIDA DE SUCESSO
É UMA ATITUDE MENTAL POSITIVA!
Uma
ATITUDE MENTAL POSITIVA é aquela que
está baseada em expectativas de sucesso, uma série de expectativas positivas
que se baseiam em suas crenças e em seu autoconceito. O coração do seu autoconceito,
aquilo que determina sua eficácia na vida, é a sua autoestima e sua autoestima é medida pelo quanto se valoriza. As
duas coisas que mais nos impedem são o medo
do fracasso e o medo da rejeição.
Um dos segredos fundamentais para o sucesso é esse:
“Converta-se em um gerador contínuo de autoestima”
Faça
continuamente coisas para si mesmo em sua vida. Faça tudo aquilo que te deixa
feliz, que aumente seu amor próprio, que melhore sua autoestima e aceitação
própria, que melhore sua personalidade, aumente seu respeito próprio, coisas
que te façam se sentir fantástico consigo mesmo.
Se
é um pai, ou um chefe, não se esqueça que a chave para despertar o desempenho máximo
em sua casa, ou no trabalho, é fazer as pessoas se sentirem maravilhosas
consigo mesmas! Quanto mais se sentem maravilhosas consigo mesmas, mais
conseguirão alcançar o sucesso que desejam. Quanto mais se sentem maravilhosas
consigo mesmas, mais conseguirão realizar e maior também serão os seus níveis
de paz interior, de saúde e energia, melhor serão suas finanças, e etc.
“A VIDA SERÁ EM
GRANDE PARTE, AQUILO QUE FIZERMOS DELA”
Samuel Smiles.
...
E,
pela terceira vez, estou vindo aqui para agradecer a todos que assistiram essa aula
até o final! Concluímos uma das aulas mais importantes desse seminário! Aprendemos
com o Brian Tracy a como “DESBLOQUEAR O NOSSO
POTENCIAL”. Eu espero ter lhe ajudado! E, antes de sair desse vídeo,
comenta aqui: “eu concluí a aula 3 e estou pronto para a aula 4”.
Não
sei se perceberam, mas eu levei essa narração um pouco mais lenta e calma,
procurando deixar a mensagem bem mais tranquila, se você curtiu essa forma, me
avisa! Eu sempre estou vendo os comentários, eles me ajudam a sempre entregar o
MELHOR PARA VOCÊ!
Espero
também que você entenda que ouvir não é o mesmo que fazer um “download”, que
para de fato fazer algum efeito, nós precisamos de tempo, precisamos refletir
sobre tudo que vimos nessa aula e espero que você entenda o que estou querendo
dizer com isso.
E
para terminarmos...
“Evite o mal, sempre faça o bem! Mantenha
acesa a chama da fé em si mesmo e caminhe todos os dias na direção da
realização dos seus objetivos de vida”
De coração, eu te desejo
Sucesso!
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